sábado, 23 de abril de 2011

Bem vindo à direita!


«Distribuição de renda»
Historinha que circula na internet há algum tempo; mesmo que você já a conheça, vale a pena ler de novo:
Uma universitária cursava o sexto semestre de um curso superior. Como é comum no meio universitário, pensava que era de esquerda e estava a favor da distribuição da riqueza. Tinha vergonha do fato de seu pai ser de direita e, portanto, contrário aos programas e projetos socialistas que previam dar benefícios aos mais pobres e impostos mais altos aos que tinham mais dinheiro. A maioria dos seus professores tinha afirmado que a filosofia de seu pai era equivocada. Por tudo isso, um dia, decidiu enfrentar o pai. Falou com ele sobre o materialismo histórico e a dialética de Marx, procurando mostrar-lhe que estava errado ao defender um sistema tão injusto como o da direita. No meio da conversa o pai perguntou:
– Como vão as aulas?
– Vão bem, pai.
– E como vão as suas notas?
– Estão indo bem. A média das minhas notas é 9, mas me dá muito trabalho consegui-las. Não tenho vida social, durmo pouco, mas vou em frente.
– E a tua amiga Sônia, como vai?
– Ih, essa vai muito mal. A média dela é 3, principalmente, porque passa os dias em shoppings e em festas. Pouco estuda e algumas vezes nem sequer vai às aulas. Com certeza, repetirá o semestre.
O pai, olhando nos olhos da filha, aconselhou:
– Que tal se você sugerisse aos professores ou ao coordenador do curso para que sejam transferidos 3 pontos das suas notas para as da Sônia? Com isso, vocês duas teriam a mesma média. Não seria um bom resultado para você, mas, convenhamos, seria uma boa e democrática distribuição de notas para permitir a futura aprovação de vocês duas.
Ela indignada retrucou:
– Por quê?!? Eu estudei muito para conseguir as notas que tive, enquanto a Sônia buscava o lado fácil da vida. Não acho justo que todo o trabalho que tive seja simplesmente dado a outra pessoa.
Seu pai, então, a abraçou carinhosamente dizendo:
– Bem-vinda à direita!

Oh yeah!

14 comentários:

Rogério disse...

Comparação meio simplista, pra não dizer simplória, né não Flavinha?

flávia disse...

Que nada, Roger. As coisas são bem mais simples do que nos tentam convencer.
É assim mesmo que funciona.
Conheço vários professores marxistas esquerdológicos, que na hora do "vamo vê", colocam os filhos em escolas particulares caríssimas. Cada o materialismo histórico nessa hora, "cumpanhêro"?
Tô cheia desse papinho furado socialista.

Rogério disse...

Bom, desse ponto de vista, todas as pessoas pobres são pobres porque são vagabundas, e todas as pessoas ricas são ricas porque são trabalhadoras. O que eu vejo é que a maioria das pessoas são ricas ou pobres porque nascem assim, e os filhos dos pobres continuam pobres, e os filhos dos ricos continuam ricos, salvo oportunas exceções que apenas confirmam a regra. Só poderíamos comparar as "notas" ou os méritos de uns e de outros se as oportunidades dasdas fossem iguais a todos. Daí sim eu aceitaria que o capitalismo é meritocrático, esse sim, um discurso furado. Não sou comunista, mas, na minha maneira de pensar, "benefícios aos mais pobres e impostos mais altos aos que tinham mais dinheiro" não são sequer uma questão de mérito, mas uma questão de humanidade. Mas você é inteligente e eu respeito sua opinião.

flávia disse...

Opa, valeu pelo inteligente.
E você , além de inteligente, é meu amigo. E por isso te respeito.
No mais, discordo de tudo.
bjo

Anônimo disse...

é um texto banal, simplista, recebi uma vez por e-mail, achei que era mais um desse textos idiotas que circulam na internet, e ninguém se apoiaria num texto ridiculo para discutir algo deste nível.

não se trata de ser rico ou pobre, socialista ou capitalista, se trata da condição humana, se o cara não tem dinheiro pra escovar os dentes toda a manhã, ele conseguirrá emprego? seu cabelo deve ser 'assim' ou 'assado' dependendo a profissão que você quer seguir.

que direita mais porquinha esta, hahaha

Anônimo disse...

uma segestão para o voto das reações - insignificante.

flávia disse...

O mais engraçado desses tipos de comentários é serem eles anônimos.
Bem típico de quem defende esse tipo de ideia que abomino.

Rogério disse...

Flavinha, só pra deixar claro que o "Anônimo" não sou eu. rs. bjs

Anônimo disse...

quem sabe assim driblo a sua mente preconceituosa.

flávia disse...

Beleza, Roger, I know, hahahahaha!

E quanto ao anônimo, "driblar mente preconceitusa" postando anonimamente neste humilde blog ...que fim de carreira, hein! Se não tem coragem de se expor nem aqui, imagine se tivesse que realmente "driblar o preconceito" em uma tribuna ou coisa que o valha...
O certo é boicotar os anônimos e fim. Quem não está a fim de dar a cara pra bater não merece ser ouvido (ou no caso, lido).
Adiós, anônimo!

. disse...

opa! cheguei atrasado, vi lá 10 (dez!!) comentários. Pensei "vixe, o post tá bombando!" mas eram só três pessoas. Bom, comigo então são quatro. Se bem que o anônimo foi defenestrado.

Mas, afinal, fiquei sem saber. Afinal de contas quem não tem dindin é porque não trabalha? Terminem o debate aí!!

No aguardo.

flávia disse...

A verdade é que o comunismo não funciona, nunca funcionou, ou melhor, funcionou sim: matou mais gente que Hitler no Holocausto. Isso é uma pequena mostra do que esse tipo de pensamento levado ás ultimas consequências é capaz.
Portanto, no final, o dinheiro é de menos. A URSS se tornou uma potência mundial durante a Guerra Fria e para isso também precisou se tornar uma das mais ricas. Isso não quer dizer que seu povo era rico e sim que o Estado era rico...
O povo continuava como manda o manual marxista... sacou?

Anônimo disse...

não entendo a sua obsessão por comunismo, podemos pensar além de capistalismo e comunismo, os anos dourados ficaram pra tras, guerra fria ... vamos pensar além ...

flávia disse...

o problema não é minha obsessão pelo comunismo e sim a do comunismo para tomar parte no mundo, ou melhor, das pessoas que ainda crêem que isso vá mudar o mundo para melhor e viverão felizes para sempre...rs