A praire Home Companion. ( A última noite). Robert Altman. 2006
Vinícius. Miguel Faria Jr. 2005.
A praire Home Companion. ( A última noite). Robert Altman. 2006
The ghost rider. ( O motoqueiro fantasma). Mark Steven Jhonson. 2007.
The squid and the wale. (A lula e a baleia) . Noah Baumbach. 2005.
Sem mais delongas o filme é escracho puro, um grandioso deboche ao politicamente correto e só. Nem mais nem menos. Um filme feito pra tirar sarro, com piadas que beiram o mal-gosto mas que mesmo assim tem uma certa dose de sarcasmo. Não merece tanto alarde assim a não ser pela total falta de papas na língua do ator britânico Sacha Baron Cohen. Hilário.

O último rei da Escócia. Kevin MacDonald. 2006.
Tenho ido muito ao cinema, mas não mais do que eu gostaria de ir. De qualquer forma tem-se ultimamente bons filmes em cartaz, mesmo não sendo meus preferidos, ainda assim sobram boas alternativas. Bom filme, mas talvez tenha faltado mais sangue pra mostrar a barbárie que realmente aconteceu.

Depois " O Labirinto do fauno" no cinema. Confesso que estava bem curiosa sobre o que esperar do filme e infelizmente não agradou tanto quanto esperava. Nada demais, um filme mitológico com bons efeitos, boa maquiagem, boa edição, bons atores e cenários, enfim, não desegrada em nada em termos técnicos e talvez por isso deve levar um oscar. A história também não deixa a desejar, fatos sombrios da vida real - já que tem como pano de fundo a ditadura facista de Franco na Espanha - e mais sombrios ainda quando se trata do universo mitológico infantil, onde as fadas rosas e tranlúcidas dão lugar à insetos, sapos, seres com olhos nas mãos e um fauno from hell. O probelma talvez esteja no rumo do filme, na forma de se contar a história, que não prescinde de cenas de extrema violência (num filme que tem indicação para crianças acima de 12 anos) que me renderam pesadelos. Mas enfim, o diretor espanhol Guillermo del Toro ganha de virada de Stephen King quando se trata de horror mas ainda assim não passa de um grande filme fantástico , com bom roteiro mas que carece de um bom contador de história.
El Laberinto del Fauno. Guillermo del Toro. 2006. Espanha.


Perfume: história de um assassino. Tom Tykmer. Alemanha. 2006.
O diretor alemão de Corra Lola, corra não surpreende muito com esse filme dedicado a um dos sentidos menos explorados no cinema: o olfato. Mas eu disse não surpreende muito, mas apenas um pouco. A história é sobre Jean-Baptiste Grenouille e se desenrola na fedorenta Paris do século xviii, onde a miscelânia de cheiros pútridos das ruas, dos esgotos, dos animais mortos se mistura à finesse da capital dos melhores perfumes do mundo. Jean-Baptiste nasceu com o dom de decifrar qualquer fragrância existente e a partir disso dejesa preservá-las, ou melhor, aprisioná-las. Sendo assim o protagonista anti-heroico se depara com a árdua tarefa de reunir para si e para sempre o melhor dos odores: o do ser humano, ou melhor ainda, das mulheres, des femmes. E virgens, claro.
Apesar de tudo o filme o não atinge o valor sinestésico que se propões, tendo em vista que o apelo cinematográfico será sempre ao visual, pois então para chegar ao mínimo desse valor olfativo teve-se que mostrar o interior de um rato em decomposição para a mínima idéia do valor olfativo de podridão. Mas o diretor ainda surpreende ao misturar na história suspense e sensibilidade, até chegar ao clímax do final, uma viagem - literalmente - ao absurdo.
Para entender melhor sobre a sinestesia no cinema indico o levíssimo Os cinco sentidos, uma produção canadense do diretor Jeremy Podeswa, que explora muito melhor cada um dos sentidos em diferentes histórias que se emaranham em uma só.


Zuzu Angel. Sérgio Resende. 2006. Mais um filme sobre a ditadura no Brasil. Esse tema nunca morre para o cinema brasileiro. Batidíssimo e razoável.
Anjos do Sol. Rudi Lagemann.2006. Sobre a prostituição infantil no Brasil. Poderia ter sido um filme fantástico, já que o tema é tão promissor, mas fica na média dos filmes brasileiros, ou seja, uma boa história sem um bom contador de histórias.
O professor aloprado (The nutty professor). Jerry Lewis. 1963. Simplesmente fantástico. Jerry Lewis não só atua, como dirige e faz o roteiro. Um clássico do humor com uma trilha sonora imbatível para os amantes de jazz.

Interpretado por Jonathan Rhys Meyers na sua não-autorizada biografia "Velvet Goldmine".
Interpretando o mestre dos duendes em "Labirinto". Simplesmente um clássico dos anos 80.
Em uma das turnês com o Spiders from mars, na pele do andrógino et Ziggi Stardust.
Agora sou uma ex-fumante. Quem já passou por isso sabe como é. ****.
