Humor negro americano de primeira (sim, isso era possível nos anos 90!). Nem todo emprego é o que parece ser...
sábado, 30 de junho de 2007
No baú da memória, parte I : comédia (ou coisa que o valha)
Humor negro americano de primeira (sim, isso era possível nos anos 90!). Nem todo emprego é o que parece ser...
quarta-feira, 27 de junho de 2007
quinta-feira, 21 de junho de 2007
R$ 15,00
Agora, se fosse o Chico, a história seria outra...
segunda-feira, 18 de junho de 2007
O ócio (des)criativo
quarta-feira, 13 de junho de 2007
quinta-feira, 7 de junho de 2007
Blue Man Group

segunda-feira, 4 de junho de 2007
segunda-feira, 28 de maio de 2007
Filmes (até que enfim)
Factotum. Bent Hamer. 2005Biografia do escritor beatnik C. Bukowiski. Sinceramente não é um filme muito interessante, mas quebra um galho para aqueles que não conhecem o autor. Mas ainda assim não passa nem perto de explicar sua obra e não é nem um décimo de suas histórias. aliás, quem é esse diretor?
The wind that shakes the barley - Ventos da Liberdade. Ken Loach. 2006segunda-feira, 21 de maio de 2007
Virada Cultural
José

É engraçado como as coisas acontem como numa reação em cadeia. Minha vida era uma pasmaceria até a pouco e num único dia recebi a oferta de 2 empregos. Fiz minha opção quebra-galho enquanto espero por outra resposta.
Agora sou uma empregada da burocracia, mexo com papéis o dia todo numa sala cheia de arquivos, de nomes, de letras, de pessoas que talvez eu nunca vá conhecer na vida. Até que é divertido.
Tudo isso me fez lembrar da história de Todos os nomes , de José Saramago. Um tal José se perde entre os arquivos da Conservatória Geral do Registro Civil. Apenas um Fio de Ariadne o prende à realidade de fora deste labirinto de nomes. E ainda assim seu nome é o único que aparece durante a história toda.
Será que serei José algum dia?
quinta-feira, 17 de maio de 2007
Cannes, ah, Cannes!
Começou ontem a comemoração dos 60 anos do Festival de Cannes. O maior festival de cinema do mundo. A abertura ficou por conta de "My Blueberry Night", de Wong Kar-Wai. E nós aqui do sertão do Hemisfério Sul ficamos à deriva, até que um bom coração se prontifique a trazer a exibição do filme para nosso fim de mundo. AUF deR ANdeREN SEITE(The Edge Of Heaven)- Fatih Akin
UNE VIEILLE MAÎTRESSE- Catherine Breillat
NO COUNTRY FOR OLD MEN- Joel & Ethan Coen
ZODIAC- David Fincher
WE OWN THE NIGHT- James Gray
LES CHANSONS D’AMOUR- Christophe Honoré
MOGARI NO MORI(The Mourning Forest)- Naomi Kawase
SOOM (Breath)- Kim Ki-duk
PROMISE ME THIS- Emir Kusturica
SECRET SUNSHINE- Lee Chang-dong
4 LUNI,3 SAPTAMINI SI 2 ZILE(4 Months,3 Weeks And 2 Days)-Cristian Mungiu
TEHILIM- Raphaël Nadjari
STELLET LICHT (Silent Light)- Carlos Reygadas
PERSEPOLIS- Marjane Satrapi e Vincent Paronnaud
LE SCAPHANDRE ET LE PAPILLON- Julian Schnabel
IMPORT EXPORT- Ulrich Seidl
ALEXANDRA- Alexander Sokurov
DEATH PROOF- Quentin Tarantino
THE MAN FROM LONDON- Béla Tarr
PARANOID PARK- Gus Van Sant
IZGNANIE (The Banishment)- Andreï Zviaguintsev
quarta-feira, 9 de maio de 2007
domingo, 6 de maio de 2007
sexta-feira, 4 de maio de 2007
Ozéas Duarte
quarta-feira, 2 de maio de 2007
Elsa & Fred
sexta-feira, 27 de abril de 2007
Pink Panther
O retorno da Pantera-cor-de-rosa 1975
A vingança da Pantera-cor-de-rosa 1978Peter Sellers é um ator genial. E um dos destaques de seu trabalho é como o inesquecível inspetor Jacques Clouseau, imortalizado pelos filmes da Pantera Cor-de-Rosa. Comédia pastelão mas sem beirar o ridículo que encontramos normalmente hoje em dia. Nem me atrevi a assistir a refilmagem de Pantera com Steve Martin. Nada contra o cara mas Clouseau é inimitável e só existe na pela de Peter Sellers. Pra quem curte rir sozinho. Uma delícia essa coleção. Ah, claro, e a trilha original inconfundível de Mancini.
quarta-feira, 25 de abril de 2007
Prêt-à-porter 9
Ontem teve Prêt-à-porter 9 no Sesc aqui em Bauru. Não é sempre que temos oportunidade de ver coisas boas como esse trabalho do Antunes Filho. Lembro-me da primeira vez que me deparei com o teatro do CPT, foi também com Prêt-à-porter, há uns 7 anos atrás. Na época, eu ainda no colegial, fiquei estarrecida com as cenas ali interpretadas. Nós, o público, quase que dentro da cena de tão próximo aos atores. Essa relação tão intimista que o teatro do Antunes proporciona é única. Foi de tamanha impressão que me causou aquele espetáculo que jamais esqueci o rosto dos atores. Na verdade de uma atriz em especial, que ano passado tive a felicidade de conhecer: Juliana Galdino. Fantástica atriz. E acima de tudo imbatível no pôquer.
No espetáculo de ontem já não tive o mesmo sentimento. Não pelos atores - ainda muito bons (mas infelizmente sem Ju Galdino). Nem pelas histórias - cenas do cotidiano sempre in. Quem mudou mesmo fui eu. Depois de conviver anos a fio com atores, diretores, cenógrafos e toda patota de teatro londrinense confesso que é difícil me impressionar no teatro. Apesar de continuar gostando do estilo inconfundível de Antunes e saber que é bom , não me emociona mais. Mas , enfim, está recomendadíssimo. Afinal, assim como aconteceu comigo anos atrás creio que alguém saiu de teatro ontem a pensar nas cenas da vida.
terça-feira, 24 de abril de 2007
segunda-feira, 16 de abril de 2007
Los
Abre os teus armários, eu estou a te esperarPara ver deitar o sol sobre os teus braços, castos
Cobre a culpa vã, até amanhã eu vou ficar
E fazer do teu sorriso um abrigo
Canta que é no canto que eu vou chegar
Canta o teu encanto que é pra me encantar
Canta para mim, qualquer coisa assim sobre você
Que explique a minha paz
Tristeza nunca mais
Mais vale o meu pranto que esse canto em solidão
Nessa espera o mundo gira em linhas tortas
Abre essa janela, a primavera quer entrar
Pra fazer da nossa voz uma só nota
Canto que é de canto que eu vou chegar
Canto e toco um tanto que é pra te encantar
Canto para mim qualquer coisa assim sobre você
Que explique a minha paz
Tristeza nunca mais
(casa pré-fabricada)



















