Frankenstein feito com caviarquinta-feira, 30 de abril de 2009
Boring people
Fui semi-vegetariana por quase 15 anos, não me lembro se já comentei por aqui. Comia apenas carne branca, nada de vaquinha, porquinho e cia. Mas nunca fui ativista da causa vegeteba. Eu simplesmente não gostava do sabor da carne.
Ano passado isso mudou e retornei ao mundo dos carnívoros.
Graças a Deus!
Hoje cheguei a conclusão que esse mundo dos ativistas-vegetebas é muito mais boring do que eu imaginava!
Um amigo publicitário é adepto de outra causa.
Adorei!


quarta-feira, 29 de abril de 2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Ano da Franca no Brasil
Primeiro, me desculpem pelos erros de acentuacao, mas meu teclado esta fora das normas brasileiras, rs. Isso quer dizer sem cedilha, sem agudo, sem grave, sem til ou quaquer coisa do tipo.
Mas o que interessa e' que comecou oficialmente ontem o Ano da Franca no Brasil.
E o que eu mais esperava vai acontecer: Camille vira' ao Brasil!!!!
Pra quem nao conhece, vale a pena. E' uma das melhores cantoras francesas da atualidade.
Agora e' esperar para ver a data e comprar as passagens!

quinta-feira, 16 de abril de 2009
O melhor show do ano (por enquanto)
Jon Spencer
Matt Verta-RayFoi ontem o melhor show do ano.
Jon Spencer com Matt Verta-Ray , baixo e batera. Confesso que so' conhecia Jon Spencer como Blues Explosion. Nesse novo trabalho - Heavy Trash - algo de Presley e Cash predominou numa noite inesquecivel. Amigos das antigas, boa musica e tudo for free.
Amazing.
Clique no titulo para ir ao MySpace do Heavy Trash.
terça-feira, 7 de abril de 2009
Goodbye blue sky
Depois de longos 8 anos minha irmã veio nos visitar aqui no Brasil Ela vive em Seattle, cidade super cool dos EUA , divisa com o Canadá.
E agora, quase 1 mês depois chegou a hora dela voltar pra lá.
No domingo talvez eu vá com ela até Sampa para me despedir. Não vai ser fácil, pois estes 8 anos de distância se desfizeram rapidamente em um mês de festas e intermináveis visitas. Já estava quase me acostumando de novo a ter alguém a mais em casa para conversar.
Enfim, c'est la vie.
E agora, quase 1 mês depois chegou a hora dela voltar pra lá.
No domingo talvez eu vá com ela até Sampa para me despedir. Não vai ser fácil, pois estes 8 anos de distância se desfizeram rapidamente em um mês de festas e intermináveis visitas. Já estava quase me acostumando de novo a ter alguém a mais em casa para conversar.
Enfim, c'est la vie.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
sexta-feira, 6 de março de 2009
Cool and funny toys
Toy art sempre me impressionou. Não só ela, mas todo tipo de brinquedo cool. Achei um blog especialista nisso. Enquanto não visitam lá, dêem uma olhadinha aqui e enjoy the party!http://blogdebrinquedo.com.br/
Edward Hopper em Lego.sábado, 21 de fevereiro de 2009
Começando bem
Comecei minhas aulas com o pé direito, como diriam alguns.
Abri o ano letivo com uma aula inaugural, falando sobre a pós-modernidade.
Não esperava muita participação dos meninos do seminário, na verdade não sabia bem o que me esperava. Mas foi maravilhoso. Todos pareceram gostar bastante do assunto e participaram mais do que eu imaginava.
Nas aulas normais que se seguiram, cada turma foi uma novidade para mim.
Estou dando aula no paraíso. Literalmente. O Seminário de Agudos é um lugar lindíssimo.
Assim que puder posto aqui algumas fotos.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
sábado, 10 de janeiro de 2009
good news from the front
Um ano se foi e outro novíssimo começou.
Com tantas mudanças que nem tive tempo para me acostumar.
Novo emprego, novo vida.
Dar aula com certeza me trará um novo fôlego de vida.
Com tantas mudanças que nem tive tempo para me acostumar.
Novo emprego, novo vida.
Dar aula com certeza me trará um novo fôlego de vida.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
O escafandro e a borboleta

O escafandro e a borboleta.
França, 2007.
Julian Schnabel.
Sim, só agora consegui assistir ao tão aclamado ganhador de Cannes de 2007.
E a longa espera terminou como um suspiro. O filme não é lá tão grande maravilha assim. Confesso que nos 2 primeiros minutos o achei genial. Aos 10 minutos já me sentia estranha e incomodada pela estética da câmera em primeira pessoa, que oscilava entre luz e sombra, imitando o piscar humano. Não me senti a vontade e até mesmo me causou uma pequena sensação de náusea (tenho horror à luzes piscando constantemente). Passados os 15 minutos iniciais, veio de fato a história. Uma história verídica, baseada no romance homônimo de Jean-Dominique Bauby personagem principal da trama. Jean-Do, como o chamam os amigos, é o homem que passa a se comunicar com o mundo através de apenas um olho depois de um derrame o deixar completamente paralisado. Os médicos denominaram seu estado de Síndrome locked-in, ou seja, apesar do cérebro estar em perfeito funcionamento, nenhum movimento muscular segue seus comandos. Um vegetal pensante. Mas a Jean-Do resta se comunicar através de piscadelas que correspondem à letras do alfabeto, e é desta forma que seu livro O escafandro e a borboleta é transcrito por uma de suas enfermeiras.
Sem dúvida é um filme dotado de beleza e sutilezas que bem cabem aos franceses. Mas não é algo deveras extraordinário que merecesse tão grande destaque. E se alguém notar certa semelhança à Antes do anoitecer, não é mera coincidencia. O diretor é o mesmo mas sem dúvida a interpretação - e presença - de Javier Bardem já valem o filme todo.
Pelo teor destes filmes, Julian Schnabel se tornou um ás em adaptação de livros de homens à beira da morte ou já imersos nela através de seus escafandros.
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Abandono
Este blog está realmente abandonado. Por estes dias darei um pouco mais de atenção pois estou de castigo em casa, impossibilitada de sair, dirigir ou fazer qualquer tipo de esforço por conta de uma contusão no joelho. Até lá, filmes, blogs e livros me esperam.
Conhecimento ou felicidade?
Há algumas semanas participei pela primeira vez do Café Filosófico que acontece na CPFL daqui. Na verdade sempre quis ir, mas os temas nunca cooperavam com uma sexta-feira a noite. Enfim, o que me chamou a atenção nesse dia foi, além do tema, o palestrante: A Torre de Babel, com Luis Felipe Pondé. Como estou há algum tempo longe da academia confesso que foi um "respiro" e tanto para mim. Pondé foi genial em suas colocações, numa conversa quase informal com o pequeno público que o aguardava, discursando sobre a pós-modernidade e suas vertentes, traçando um paralelo inimaginável entre o discurso religioso - não como ópio do povo - e as (in)consequências de se viver sob o julgo do conhecimento. Fabuloso.
Assim como eu sempre pensei e defendi, o conhecimento nos faz cada dia menos felizes.
Bom, eu pelo menos, prefiro ter apenas 50% de felicidade à 100% de ignorância.
sábado, 25 de outubro de 2008
Hell

Hell.
Bruno Chiche.
2006.
França.
Confesso que não indicaria este filme não fosse pelo livro homônimo de Lolita Pille no qual foi baseado.
Para mim é inevitável não relacionar qualquer filme de adolescente junkie com Christiane F.
Neste, Hell - a personagem principal - vaga pelas noites parisienses, regadas a álcool e droga. Passa os dias fazendo compras em lojas de grife, tentando satisfazer algo insaciável em si mesma. Na verdade o vazio é a personagem principal.
Confesso que não tive a oportunidade de terminar de ler o livro, mas até onde cheguei superava em muito o que se filmou. Esperava muito mais desta adaptação. Fosse alvez a falta de bons atores e de boa trilha sonora. Algo se perdeu no caminho.
Mas enfim, a quem interessar, leia o livro.
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Blindness finalmente!

Blindness.
Ensaio sobre a cegueira.
2008
Fernando Meirelles - José Saramago
Finalmente chegou a Bauru a obra-prima de Fernando Meireles. E deixou pouco a desejar. Digo isso porquê as espectativas sobre o filme eram imensas - da minha parte - já que li o livro há algum tempo e desde então fiquei imaginando como seria fazer um filme dessa qualidade. E Meireles conseguiu fazer algo realmente bom. Claro, como toda adaptação de livro, deixa escapar entre os frames um detalhe ou outro mas no geral deu conta do recado.
Agora é esperar que chegue às locadoras para ver na íntegra as cenas deletadas, que imagino eu, seriam os detalhes que eu tanto prezo.
sábado, 27 de setembro de 2008
Once
terça-feira, 16 de setembro de 2008
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Chet
Ok. A Bienal realmente não era tão sensacional coisa assim.
Me diverti, conheci muita coisa - profissionalmente falando - e claro, vi montanhas de livros.
Mas ao contrário do que pensava, não voltei carregada de novidades (ou raridades) para casa. Essa foi minha maior decepção. Nada que espantasse chamou minha atenção ao ponto de me fazer desembolsar alguns reais. E já no final, quase sem restantes esperanças, eis que surge, numa banca mal-arrumada de livros de todos os tipos, uma solitária biografia de ninguém menos que Chet Baker. O ícone do jazz me chamou atenção nas fileiras badernadas entre um Larousse dos Gatos e um A menina que roubava livros. E lá fui eu, de volta a Bauru, feliz da vida por trazer para a estante da minha mente algo que realmente prestasse.
Ah , o nome do livro é No fundo de um sonho - a longa noite de Chet Baker, de James Gavin.
O próximo passo é conseguir o filme Let's Get Lost.
Aceito sugestões...
sábado, 16 de agosto de 2008
Orquestra Imperial
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Minha primeira Bienal
A Bienal do Livro começa amanhã em Sampa.
E eu como uma boa (e inexperiente) compradora de livros estarei lá para conferir no domingo.
Pena o David Lynch não ter ficado para lançar seu livro por lá.
Enfim, não se pode ter tudo na vida , né?
Rs.
E eu como uma boa (e inexperiente) compradora de livros estarei lá para conferir no domingo.
Pena o David Lynch não ter ficado para lançar seu livro por lá.
Enfim, não se pode ter tudo na vida , né?
Rs.
sábado, 26 de julho de 2008
Pela semana
domingo, 13 de julho de 2008
I wanna be Audrey!
domingo, 6 de julho de 2008
The WILD
Into the wild
Na natureza selvagem
Sean Penn
2007.


A primeira foto é a capa do filme 'Na natureza Selvagem' e a segunda é a foto do personagem real do livro homônimo do escritor Jon Krakauer.
Na natureza selvagem
Sean Penn
2007.


A primeira foto é a capa do filme 'Na natureza Selvagem' e a segunda é a foto do personagem real do livro homônimo do escritor Jon Krakauer.
A história é verídica, sobre o cara que resolve literalmente 'cair de cabeça' na natureza, se jogando numa viagem fantástica pelos EUA, sozinho, sem grana, apenas com a idéia fixa de chegar ao Alaska e por lá ficar como ele mesmo dizia into the wild.
Ao contrário do que li em alguns blogs e jornais sobre o filme - não sobre o livro - não creio que Chris McCandless abandonou tudo o que tinha, família uma boa formação, e blá blá, para "buscar a si mesmo". Na verdade se o cara deixou essas coisas para trás é porque realmente não tinha nada. Nada a perder. E pela visão de Sean Penn ele parece se conhecer muito bem e saber exatamente o que quer. A renúncia ao consumismo e à normalidade do estudar/se formar/trabalhar/casar é o sentimento carro chefe dos jovens hoje em dia. Pelo menos para mim é. E esse é exatamente o sentimento que o filme me passou.
Lindas paisagens, trilha sonora perfeita de Eddie Vedder e um ótimo novo ator (o atual Speedy Racer) fez do filme um dos mais belos já visto.
Agora é ler o livro e ver quais destes sentimentos falará mais alto.
sábado, 28 de junho de 2008
Changes
Depois de quase 15 anos sem comer carne vermelha decidi mudar.
Voltei.
Não por vontade própria. Uma necessidade.
Mas mesmo assim é uma mudança e tanto.
E eu adoro mudanças!
Vamos ver no que dá...
Voltei.
Não por vontade própria. Uma necessidade.
Mas mesmo assim é uma mudança e tanto.
E eu adoro mudanças!
Vamos ver no que dá...
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Beatles universe
Across the universe. Julie Taymor. 2007Não é o melhor musical do ano e nem passou perto. Mas para todo aficcionado em Beatles é um êxtase. As músicas, as cores, a junção das histórias. Os atores são medianos e nem precisavam ser grande coisa. O texto em si, ou seja, as músicas, não precisam de subsídios. Mas ainda assim é um filme de beleza plástica muito grande. Característica da diretora, a mesma de Frida, donde já despontava uma queda pelas artes coloridas e musicais.
No filme quase tudo é uma cópia de Hair, apoiado em grandes ícones dos pirados anos 60/70 como Hendrix, Joplin e King. Mas isso é só pano de fundo para dissecar as músicas num kaleidoscope eyes.
sábado, 24 de maio de 2008
3 vezes Abu

Bauru está tão aquém culturalmente falando ultimamente que fui "obrigada" a assistir um espetáculo de Abujamra pela terceira vez. O mesmo. Nada contra Abujamra. Na verdade se não gostasse tereia saído no meio da apresentação desde a primeira vez . O fato que me intriga é que se eu não fosse estaria perdendo algo bom de se ver , mesmo que já soubesse cada linha que o ator falaria.
Bauru já teve seus tempos áureos. Idos tempos. Saudosos.
O Sesc nos apresentava a todas quartas-feiras um belíssimo show instrumental, de músicos do calibre de Benjamin Taubkin, Lui Coimbra, Guinga. Hoje se há apresentações de bandinhas de "rock" municipal é demais.
Tendo em vista o então atual estado decidi pela terceira vez acompanhar as histórias do velho Abu - mais conhecido como Ravengar - declamando Clarice Lispector e tantos outros que na verdade, nunca serão demais aos nossos ouvidos.
terça-feira, 13 de maio de 2008
me and the books
Meu novo emprego tem-me proporcionado belas amostras do que se lê por aí hoje em dia.
Por mim passam livros das mais variadas formas, conteúdos, capas, editoras, escritores, enfim, de tudo um pouco nesse mundo.
Mas o que me deixa encucada é o quanto se lê - ou melhor - se vende de livros chamados "auto-ajuda". Os títulos são os mais mirabolantes possíveis e fico me perguntado que tipo de pessoa será que lê isso. Coisas do tipo "o que toda mulher inteligente deve saber" ou "ostra feliz não faz pérola" ou "a ciencia de ficar rico" e ainda "como fazer amigos e influenciar pessoas", "mulheres corajosas sempre vencem" e "não se deixe influenciar pelos outros".
Afffffffffffffffffff!
Há também aqueles com títulos interessantes. Numa dessas pérolas encontrei o must : 'Como vencer um debate sem precisar ter razão". Se não estivesse escrito na capa o nome do autor eu jamais imaginaria, mas, pensando bem, vindo de quem vem, é bem justo afirmar que este livro e de Arthur Schopenhauer e eu ainda ainda o terei na minha estante!
My Blueberry nights
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Oscar Wide, Edgar Allan Poe e seu inseparável corvo.









