segunda-feira, 25 de maio de 2009

Morphine



Banda norte-americana formada por Mark sandman (vocal e baixo de duas cordas), Dana Colley (sax) e Billy Conway (bateria). Sim, essa é uma banda sem guitarra. O sax toma o lugar principal e junto com a voz estrondosa e apocalíptica de Sandman marca a qualidade inegualável de Morphine.
E como quase tudo na vida artística, o grupo só chegou ao sucesso depois da morte romântica de Sandman nos palcos italianos, vítima de um fulminante ataque cardíaco, em 1999.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

O céu de Lisboa


O céu de Lisboa
Win Wenders
1994
Quando Win Wenders foi convidado pela prefeitura de Lisboa para fazer um filme demosntrativo sobre a cidade lusitana logo de início pensou em música. A princípio, o que era para ser apenas um documentário tornou-se um longa-metragem sobre o próprio cinema, seus sons e pensamentos, tendo como pano de fundo a belíssima e tortuosa Lisboa. E o que seria apenas uma trilha sonora tornou-se num álbum completo de uma das melhores bandas de Portugal: Madredeus.
Wender, cinema e música. Sempre uma perfeita combinação.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Tostines mitológico

Aprender História nas salas de aula nem sempre é algo legal. É isso que muitos alunos reclamam.
A História se aprende vivendo.
Mas a maioria dos alunos fica fascinada quando a aula é sobre Grécia.
E hoje foi: Mitologia!
Quem resiste a um complexo de Édipo?
Ou a um narcisista?
E ao inferno dantesco?
E é a vida que imita a arte?

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Vik

Frankenstein feito com caviar


Marlene Dietrich feita com diamantes

Medusa feita com macarronada



Narciso feito de lixo


Auto-retrato feito com brinquedos de plástico



Vik Muniz. Brasileiro.
Artista plástico e fotógrafo. Brinca com os clássicos ao reinventá-los sob novos materiais, novas técnicas, novos olhares.

No MASP até 10 de julho.

Enjoy it!

Boring people

Fui semi-vegetariana por quase 15 anos, não me lembro se já comentei por aqui. Comia apenas carne branca, nada de vaquinha, porquinho e cia. Mas nunca fui ativista da causa vegeteba. Eu simplesmente não gostava do sabor da carne.

Ano passado isso mudou e retornei ao mundo dos carnívoros.
Graças a Deus!
Hoje cheguei a conclusão que esse mundo dos ativistas-vegetebas é muito mais boring do que eu imaginava!
Um amigo publicitário é adepto de outra causa.
Adorei!




quarta-feira, 29 de abril de 2009

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Ano da Franca no Brasil

Primeiro, me desculpem pelos erros de acentuacao, mas meu teclado esta fora das normas brasileiras, rs. Isso quer dizer sem cedilha, sem agudo, sem grave, sem til ou quaquer coisa do tipo.
Mas o que interessa e' que comecou oficialmente ontem o Ano da Franca no Brasil.
E o que eu mais esperava vai acontecer: Camille vira' ao Brasil!!!!
Pra quem nao conhece, vale a pena. E' uma das melhores cantoras francesas da atualidade.
Agora e' esperar para ver a data e comprar as passagens!

quinta-feira, 16 de abril de 2009

O melhor show do ano (por enquanto)

Jon Spencer

Matt Verta-Ray

A banda
Foi ontem o melhor show do ano.
Jon Spencer com Matt Verta-Ray , baixo e batera. Confesso que so' conhecia Jon Spencer como Blues Explosion. Nesse novo trabalho - Heavy Trash - algo de Presley e Cash predominou numa noite inesquecivel. Amigos das antigas, boa musica e tudo for free.
Amazing.

Clique no titulo para ir ao MySpace do Heavy Trash.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Goodbye blue sky

Depois de longos 8 anos minha irmã veio nos visitar aqui no Brasil Ela vive em Seattle, cidade super cool dos EUA , divisa com o Canadá.

E agora, quase 1 mês depois chegou a hora dela voltar pra lá.

No domingo talvez eu vá com ela até Sampa para me despedir. Não vai ser fácil, pois estes 8 anos de distância se desfizeram rapidamente em um mês de festas e intermináveis visitas. Já estava quase me acostumando de novo a ter alguém a mais em casa para conversar.

Enfim, c'est la vie.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

sexta-feira, 6 de março de 2009

Cool and funny toys

Toy art sempre me impressionou. Não só ela, mas todo tipo de brinquedo cool. Achei um blog especialista nisso. Enquanto não visitam lá, dêem uma olhadinha aqui e enjoy the party!http://blogdebrinquedo.com.br/
Edward Hopper em Lego.

Os maiores vilões da história.

Xadrez com os Peanuts.


Toygers.




Toy Art criativo.


Personagens do The Wall.


Munny Magritte.




Estes Munnys você pode pintar da forma como quiser e fazer seu próprio Toy Art.



Rabbit de papel.



Tapete de monstro morto.





Tot Art.



Meus preferidos.



Pessoal do Yellow Submarine.



Uma série de Beatles. Só para fãs.

mais toys

Here's your Johnny!

Vermes, micróbios e vírus em pelúcia.


Caso eu tenha, com certeza se vestirão assim.
Chucky.

Puzzle inspirado em Andy Warhol.

Oscar Wide, Edgar Allan Poe e seu inseparável corvo.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Começando bem

Comecei minhas aulas com o pé direito, como diriam alguns.
Abri o ano letivo com uma aula inaugural, falando sobre a pós-modernidade.
Não esperava muita participação dos meninos do seminário, na verdade não sabia bem o que me esperava. Mas foi maravilhoso. Todos pareceram gostar bastante do assunto e participaram mais do que eu imaginava.
Nas aulas normais que se seguiram, cada turma foi uma novidade para mim.
Estou dando aula no paraíso. Literalmente. O Seminário de Agudos é um lugar lindíssimo.
Assim que puder posto aqui algumas fotos.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

The Little Joy


Little Joy é a banda formada por Rodrigo Amarante (ex-Los Hermanos), Fabrizio Moretti (The Strokes) e Binki Shapiro. Com uma formação dessa fica difícil algo dar errado. A banda é ótima, sutil, delicada, resumindo, vale a pena ver.

Hoje, amanhã e dia 5 de fevereiro em São Paulo.

Quem me dera...

sábado, 10 de janeiro de 2009

good news from the front

Um ano se foi e outro novíssimo começou.
Com tantas mudanças que nem tive tempo para me acostumar.
Novo emprego, novo vida.
Dar aula com certeza me trará um novo fôlego de vida.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

O escafandro e a borboleta




O escafandro e a borboleta.
França, 2007.
Julian Schnabel.

Sim, só agora consegui assistir ao tão aclamado ganhador de Cannes de 2007.

E a longa espera terminou como um suspiro. O filme não é lá tão grande maravilha assim. Confesso que nos 2 primeiros minutos o achei genial. Aos 10 minutos já me sentia estranha e incomodada pela estética da câmera em primeira pessoa, que oscilava entre luz e sombra, imitando o piscar humano. Não me senti a vontade e até mesmo me causou uma pequena sensação de náusea (tenho horror à luzes piscando constantemente). Passados os 15 minutos iniciais, veio de fato a história. Uma história verídica, baseada no romance homônimo de Jean-Dominique Bauby personagem principal da trama. Jean-Do, como o chamam os amigos, é o homem que passa a se comunicar com o mundo através de apenas um olho depois de um derrame o deixar completamente paralisado. Os médicos denominaram seu estado de Síndrome locked-in, ou seja, apesar do cérebro estar em perfeito funcionamento, nenhum movimento muscular segue seus comandos. Um vegetal pensante. Mas a Jean-Do resta se comunicar através de piscadelas que correspondem à letras do alfabeto, e é desta forma que seu livro O escafandro e a borboleta é transcrito por uma de suas enfermeiras.

Sem dúvida é um filme dotado de beleza e sutilezas que bem cabem aos franceses. Mas não é algo deveras extraordinário que merecesse tão grande destaque. E se alguém notar certa semelhança à Antes do anoitecer, não é mera coincidencia. O diretor é o mesmo mas sem dúvida a interpretação - e presença - de Javier Bardem já valem o filme todo.

Pelo teor destes filmes, Julian Schnabel se tornou um ás em adaptação de livros de homens à beira da morte ou já imersos nela através de seus escafandros.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Abandono

Este blog está realmente abandonado. Por estes dias darei um pouco mais de atenção pois estou de castigo em casa, impossibilitada de sair, dirigir ou fazer qualquer tipo de esforço por conta de uma contusão no joelho. Até lá, filmes, blogs e livros me esperam.

Conhecimento ou felicidade?

Há algumas semanas participei pela primeira vez do Café Filosófico que acontece na CPFL daqui. Na verdade sempre quis ir, mas os temas nunca cooperavam com uma sexta-feira a noite. Enfim, o que me chamou a atenção nesse dia foi, além do tema, o palestrante: A Torre de Babel, com Luis Felipe Pondé. Como estou há algum tempo longe da academia confesso que foi um "respiro" e tanto para mim. Pondé foi genial em suas colocações, numa conversa quase informal com o pequeno público que o aguardava, discursando sobre a pós-modernidade e suas vertentes, traçando um paralelo inimaginável entre o discurso religioso - não como ópio do povo - e as (in)consequências de se viver sob o julgo do conhecimento. Fabuloso.
Assim como eu sempre pensei e defendi, o conhecimento nos faz cada dia menos felizes.
Bom, eu pelo menos, prefiro ter apenas 50% de felicidade à 100% de ignorância.

sábado, 25 de outubro de 2008

Hell



Hell.
Bruno Chiche.
2006.
França.
Confesso que não indicaria este filme não fosse pelo livro homônimo de Lolita Pille no qual foi baseado.
Para mim é inevitável não relacionar qualquer filme de adolescente junkie com Christiane F.
Neste, Hell - a personagem principal - vaga pelas noites parisienses, regadas a álcool e droga. Passa os dias fazendo compras em lojas de grife, tentando satisfazer algo insaciável em si mesma. Na verdade o vazio é a personagem principal.
Confesso que não tive a oportunidade de terminar de ler o livro, mas até onde cheguei superava em muito o que se filmou. Esperava muito mais desta adaptação. Fosse alvez a falta de bons atores e de boa trilha sonora. Algo se perdeu no caminho.
Mas enfim, a quem interessar, leia o livro.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Blindness finalmente!


Blindness.
Ensaio sobre a cegueira.
2008
Fernando Meirelles - José Saramago

Finalmente chegou a Bauru a obra-prima de Fernando Meireles. E deixou pouco a desejar. Digo isso porquê as espectativas sobre o filme eram imensas - da minha parte - já que li o livro há algum tempo e desde então fiquei imaginando como seria fazer um filme dessa qualidade. E Meireles conseguiu fazer algo realmente bom. Claro, como toda adaptação de livro, deixa escapar entre os frames um detalhe ou outro mas no geral deu conta do recado.

Agora é esperar que chegue às locadoras para ver na íntegra as cenas deletadas, que imagino eu, seriam os detalhes que eu tanto prezo.

sábado, 27 de setembro de 2008

Once

Once.
Apenas uma vez.
2006.
Irlanda.
John CArney.

Delicado. Na medida certa. Trilha sonora perfeita.Eu gostaria de tê-lo feito.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Chet

Ok. A Bienal realmente não era tão sensacional coisa assim.
Me diverti, conheci muita coisa - profissionalmente falando - e claro, vi montanhas de livros.
Mas ao contrário do que pensava, não voltei carregada de novidades (ou raridades) para casa. Essa foi minha maior decepção. Nada que espantasse chamou minha atenção ao ponto de me fazer desembolsar alguns reais. E já no final, quase sem restantes esperanças, eis que surge, numa banca mal-arrumada de livros de todos os tipos, uma solitária biografia de ninguém menos que Chet Baker. O ícone do jazz me chamou atenção nas fileiras badernadas entre um Larousse dos Gatos e um A menina que roubava livros. E lá fui eu, de volta a Bauru, feliz da vida por trazer para a estante da minha mente algo que realmente prestasse.
Ah , o nome do livro é No fundo de um sonho - a longa noite de Chet Baker, de James Gavin.
O próximo passo é conseguir o filme Let's Get Lost.
Aceito sugestões...

sábado, 16 de agosto de 2008

Orquestra Imperial

A Orquestra Imperial é uma das melhores coisas que já aconteceu - aliás, está acontecendo - na música brasileira.
Clique no título para saber mais.
Vai valer a pena.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Minha primeira Bienal

A Bienal do Livro começa amanhã em Sampa.
E eu como uma boa (e inexperiente) compradora de livros estarei lá para conferir no domingo.
Pena o David Lynch não ter ficado para lançar seu livro por lá.
Enfim, não se pode ter tudo na vida , né?
Rs.

sábado, 26 de julho de 2008

Pela semana

On the waterfront.
Sindicato de Ladrões.
Elia Kazan.
1954.

Meu primeiro Marlon Brando preto-e-branco.



Rosemary's Baby.
O Bebê de Rosemary.
Roman Polanski.
1968.

Em algum lugar li que o melhor filme de terror é aquele em que coisas ruins acontecem à pessoas boas.
E quem disse que Rosemary era boa?
Rs.




Once upon a time in America.
Era uma vez na América.
Sergio Leone.
1984.

Leone+De Niro+ Morricone = não podia ser melhor!

domingo, 13 de julho de 2008

I wanna be Audrey!





Breakfast at Tiffany's.

Bonequinha de Luxo.

George Axlrode.

1961.

Um ícone, uma diva, um belo roteiro.

Puro luxo!

domingo, 6 de julho de 2008

The WILD

Into the wild
Na natureza selvagem
Sean Penn
2007.







A primeira foto é a capa do filme 'Na natureza Selvagem' e a segunda é a foto do personagem real do livro homônimo do escritor Jon Krakauer.
A história é verídica, sobre o cara que resolve literalmente 'cair de cabeça' na natureza, se jogando numa viagem fantástica pelos EUA, sozinho, sem grana, apenas com a idéia fixa de chegar ao Alaska e por lá ficar como ele mesmo dizia into the wild.
Ao contrário do que li em alguns blogs e jornais sobre o filme - não sobre o livro - não creio que Chris McCandless abandonou tudo o que tinha, família uma boa formação, e blá blá, para "buscar a si mesmo". Na verdade se o cara deixou essas coisas para trás é porque realmente não tinha nada. Nada a perder. E pela visão de Sean Penn ele parece se conhecer muito bem e saber exatamente o que quer. A renúncia ao consumismo e à normalidade do estudar/se formar/trabalhar/casar é o sentimento carro chefe dos jovens hoje em dia. Pelo menos para mim é. E esse é exatamente o sentimento que o filme me passou.
Lindas paisagens, trilha sonora perfeita de Eddie Vedder e um ótimo novo ator (o atual Speedy Racer) fez do filme um dos mais belos já visto.
Agora é ler o livro e ver quais destes sentimentos falará mais alto.

sábado, 28 de junho de 2008

Filme do dia


Um dia de cão.
Dog day afternoon.
1975.
Sidney Lumet.
Uma obra-prima.

Changes

Depois de quase 15 anos sem comer carne vermelha decidi mudar.
Voltei.
Não por vontade própria. Uma necessidade.
Mas mesmo assim é uma mudança e tanto.
E eu adoro mudanças!
Vamos ver no que dá...