Em São Paulo. Lógico.
Começa amanhã e vai até dia 1°.
Trés bien!


O diretor atirou para todos os lados e acertou. Ninguém saiu ileso do julgamento: polícia, político, traficante, fogueteiro, pobre, classe média, universitário, repórter, ong, enfim, todos são culpados até que se provem o contrário. Bem estruturado, o filme é uma narrativa sem idas e vindas. O desenrolar da história caminha junto aos acontecimentos e não há escapatória. A história só prova o que todos já deveriam saber: não há saída.



Quer saber o resultado da junção de um filme de terror B (ok, isso foi um pleonasmo), mais de 5 galões de sangue falso despejados por segundo, um enredo absurdo e nitidamente hilário, canastrice teatral, uma tentativa (não tão perdida) de animação computadorizada e um cenário exótico como a Nova Zelândia? Eis o resultado. Fome Animal é um clássico do Cine Trash não convencional, só para fãs. Não há nada que tenha me desagradado nessa película, já que a proposta é exatamente esta: causar náusea e riso ao mesmo tempo. E quem diria, Peter Jackson...?!
Pra não dizer que não avisei: só para estômagos fortes. Em alguns países os ingressos de cinema foram vendidos juntamente com sacos para vômito.




The little prince. O pequeno príncipe. 1974.
All that jazz. 1979.
Bob Fosse é um gênio da coreografia. Pra quem curte dança, é um prato cheio e saboroso. Além de tudo a trilha sonora é fantástica. Aconselhadíssimo. (Meu preferido dentre os três).