sábado, 25 de outubro de 2008

Hell



Hell.
Bruno Chiche.
2006.
França.
Confesso que não indicaria este filme não fosse pelo livro homônimo de Lolita Pille no qual foi baseado.
Para mim é inevitável não relacionar qualquer filme de adolescente junkie com Christiane F.
Neste, Hell - a personagem principal - vaga pelas noites parisienses, regadas a álcool e droga. Passa os dias fazendo compras em lojas de grife, tentando satisfazer algo insaciável em si mesma. Na verdade o vazio é a personagem principal.
Confesso que não tive a oportunidade de terminar de ler o livro, mas até onde cheguei superava em muito o que se filmou. Esperava muito mais desta adaptação. Fosse alvez a falta de bons atores e de boa trilha sonora. Algo se perdeu no caminho.
Mas enfim, a quem interessar, leia o livro.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Blindness finalmente!


Blindness.
Ensaio sobre a cegueira.
2008
Fernando Meirelles - José Saramago

Finalmente chegou a Bauru a obra-prima de Fernando Meireles. E deixou pouco a desejar. Digo isso porquê as espectativas sobre o filme eram imensas - da minha parte - já que li o livro há algum tempo e desde então fiquei imaginando como seria fazer um filme dessa qualidade. E Meireles conseguiu fazer algo realmente bom. Claro, como toda adaptação de livro, deixa escapar entre os frames um detalhe ou outro mas no geral deu conta do recado.

Agora é esperar que chegue às locadoras para ver na íntegra as cenas deletadas, que imagino eu, seriam os detalhes que eu tanto prezo.

sábado, 27 de setembro de 2008

Once

Once.
Apenas uma vez.
2006.
Irlanda.
John CArney.

Delicado. Na medida certa. Trilha sonora perfeita.Eu gostaria de tê-lo feito.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Chet

Ok. A Bienal realmente não era tão sensacional coisa assim.
Me diverti, conheci muita coisa - profissionalmente falando - e claro, vi montanhas de livros.
Mas ao contrário do que pensava, não voltei carregada de novidades (ou raridades) para casa. Essa foi minha maior decepção. Nada que espantasse chamou minha atenção ao ponto de me fazer desembolsar alguns reais. E já no final, quase sem restantes esperanças, eis que surge, numa banca mal-arrumada de livros de todos os tipos, uma solitária biografia de ninguém menos que Chet Baker. O ícone do jazz me chamou atenção nas fileiras badernadas entre um Larousse dos Gatos e um A menina que roubava livros. E lá fui eu, de volta a Bauru, feliz da vida por trazer para a estante da minha mente algo que realmente prestasse.
Ah , o nome do livro é No fundo de um sonho - a longa noite de Chet Baker, de James Gavin.
O próximo passo é conseguir o filme Let's Get Lost.
Aceito sugestões...

sábado, 16 de agosto de 2008

Orquestra Imperial

A Orquestra Imperial é uma das melhores coisas que já aconteceu - aliás, está acontecendo - na música brasileira.
Clique no título para saber mais.
Vai valer a pena.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Minha primeira Bienal

A Bienal do Livro começa amanhã em Sampa.
E eu como uma boa (e inexperiente) compradora de livros estarei lá para conferir no domingo.
Pena o David Lynch não ter ficado para lançar seu livro por lá.
Enfim, não se pode ter tudo na vida , né?
Rs.

sábado, 26 de julho de 2008

Pela semana

On the waterfront.
Sindicato de Ladrões.
Elia Kazan.
1954.

Meu primeiro Marlon Brando preto-e-branco.



Rosemary's Baby.
O Bebê de Rosemary.
Roman Polanski.
1968.

Em algum lugar li que o melhor filme de terror é aquele em que coisas ruins acontecem à pessoas boas.
E quem disse que Rosemary era boa?
Rs.




Once upon a time in America.
Era uma vez na América.
Sergio Leone.
1984.

Leone+De Niro+ Morricone = não podia ser melhor!

domingo, 13 de julho de 2008

I wanna be Audrey!





Breakfast at Tiffany's.

Bonequinha de Luxo.

George Axlrode.

1961.

Um ícone, uma diva, um belo roteiro.

Puro luxo!

domingo, 6 de julho de 2008

The WILD

Into the wild
Na natureza selvagem
Sean Penn
2007.







A primeira foto é a capa do filme 'Na natureza Selvagem' e a segunda é a foto do personagem real do livro homônimo do escritor Jon Krakauer.
A história é verídica, sobre o cara que resolve literalmente 'cair de cabeça' na natureza, se jogando numa viagem fantástica pelos EUA, sozinho, sem grana, apenas com a idéia fixa de chegar ao Alaska e por lá ficar como ele mesmo dizia into the wild.
Ao contrário do que li em alguns blogs e jornais sobre o filme - não sobre o livro - não creio que Chris McCandless abandonou tudo o que tinha, família uma boa formação, e blá blá, para "buscar a si mesmo". Na verdade se o cara deixou essas coisas para trás é porque realmente não tinha nada. Nada a perder. E pela visão de Sean Penn ele parece se conhecer muito bem e saber exatamente o que quer. A renúncia ao consumismo e à normalidade do estudar/se formar/trabalhar/casar é o sentimento carro chefe dos jovens hoje em dia. Pelo menos para mim é. E esse é exatamente o sentimento que o filme me passou.
Lindas paisagens, trilha sonora perfeita de Eddie Vedder e um ótimo novo ator (o atual Speedy Racer) fez do filme um dos mais belos já visto.
Agora é ler o livro e ver quais destes sentimentos falará mais alto.

sábado, 28 de junho de 2008

Filme do dia


Um dia de cão.
Dog day afternoon.
1975.
Sidney Lumet.
Uma obra-prima.

Changes

Depois de quase 15 anos sem comer carne vermelha decidi mudar.
Voltei.
Não por vontade própria. Uma necessidade.
Mas mesmo assim é uma mudança e tanto.
E eu adoro mudanças!
Vamos ver no que dá...

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Beatles universe

Across the universe. Julie Taymor. 2007

Não é o melhor musical do ano e nem passou perto. Mas para todo aficcionado em Beatles é um êxtase. As músicas, as cores, a junção das histórias. Os atores são medianos e nem precisavam ser grande coisa. O texto em si, ou seja, as músicas, não precisam de subsídios. Mas ainda assim é um filme de beleza plástica muito grande. Característica da diretora, a mesma de Frida, donde já despontava uma queda pelas artes coloridas e musicais.
No filme quase tudo é uma cópia de Hair, apoiado em grandes ícones dos pirados anos 60/70 como Hendrix, Joplin e King. Mas isso é só pano de fundo para dissecar as músicas num kaleidoscope eyes.

sábado, 24 de maio de 2008

http://www.youtube.com/watch?v=otNyX_uMXYk

Spektor

Regina Spektor. Cool russian girl.

3 vezes Abu


Bauru está tão aquém culturalmente falando ultimamente que fui "obrigada" a assistir um espetáculo de Abujamra pela terceira vez. O mesmo. Nada contra Abujamra. Na verdade se não gostasse tereia saído no meio da apresentação desde a primeira vez . O fato que me intriga é que se eu não fosse estaria perdendo algo bom de se ver , mesmo que já soubesse cada linha que o ator falaria.


Bauru já teve seus tempos áureos. Idos tempos. Saudosos.


O Sesc nos apresentava a todas quartas-feiras um belíssimo show instrumental, de músicos do calibre de Benjamin Taubkin, Lui Coimbra, Guinga. Hoje se há apresentações de bandinhas de "rock" municipal é demais.


Tendo em vista o então atual estado decidi pela terceira vez acompanhar as histórias do velho Abu - mais conhecido como Ravengar - declamando Clarice Lispector e tantos outros que na verdade, nunca serão demais aos nossos ouvidos.

terça-feira, 13 de maio de 2008

me and the books

Meu novo emprego tem-me proporcionado belas amostras do que se lê por aí hoje em dia.
Por mim passam livros das mais variadas formas, conteúdos, capas, editoras, escritores, enfim, de tudo um pouco nesse mundo.
Mas o que me deixa encucada é o quanto se lê - ou melhor - se vende de livros chamados "auto-ajuda". Os títulos são os mais mirabolantes possíveis e fico me perguntado que tipo de pessoa será que lê isso. Coisas do tipo "o que toda mulher inteligente deve saber" ou "ostra feliz não faz pérola" ou "a ciencia de ficar rico" e ainda "como fazer amigos e influenciar pessoas", "mulheres corajosas sempre vencem" e "não se deixe influenciar pelos outros".
Afffffffffffffffffff!
Há também aqueles com títulos interessantes. Numa dessas pérolas encontrei o must : 'Como vencer um debate sem precisar ter razão". Se não estivesse escrito na capa o nome do autor eu jamais imaginaria, mas, pensando bem, vindo de quem vem, é bem justo afirmar que este livro e de Arthur Schopenhauer e eu ainda ainda o terei na minha estante!

My Blueberry nights


Espero anciosamente por este filme. Enquanto isso, vou me deliciando com a trilha sonora.

Mais que indicada.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Década de 80 para todos os gostos

Sem querer, durante estes últimos dias só assisti a filmes da década de 80. E não é que agradam a todos, mesmo?


Beetle Juice. Os fantasmas se divertem. Tim Burton. 1988.


Full Metal Jacket. NAscido para MAtar. Stanley Kubrick. 1987.




The Fly. A Mosca. David Cronenberg. 1986.

domingo, 27 de abril de 2008

Jogo-do-bicho


Sonhei nesta noite que lutava com um leão-marinho.
O instrumento que usava para me defender era um cabide, desses compridos e com pés que se usam em lojas de roupas.
Sonhar isso quando se está prestar a começar um novo emprego deve significar algo.
Pena que eu não jogue no jogo-do-bicho. Mas de uma coisa tenho certeza: as coisas estão começando a mudar...