domingo, 17 de fevereiro de 2008
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Cloverfield e o 11 de setembro
Cloverfield. Matt Reeves. 2008.
Sim, eu também gosto de cinema barato. Ficção-científica, monstros, sangue e mais sangue. Sou fã de filmes misteriosos e banais. A junção de Bruxa de Blair e Godzilla não poderia ser diferente do que está aqui. Some-se a isso o pavor que o 11 de setembro incutiu aos norte-americanos. Ficou claro que Cloverfield é muito mais o medo do desconhecido (ou já um velho conhecido) que os americanos insistem em sentir diariamente. Aqui algumas imagens , inclusive, são cópias idênticas da destruição cunjugada a muita fumaça e chuva de papéis nos escombros do World Trade Center. Qualquer semelhança não é mera coincidência.
Mas o filme é contra-indicado em casos de congênitos de labirintite.
Reparação
Desejo e Reparação. Atonement. Joe Wright. 2007
Eis o filme que arrebatará uma grande parte do Oscar. Não só por ser um filme "feito" para isso mas também por ser merecedor. Além de uma história simples e muito bem contada - um drama amargurante - tem o dito plano-sequência de tirar o fôlego. Eu sou uma das grandes admiradoras de planos-sequências e digo que este é um dos bons. Não chega a ser também um clássico como em "Esse obscuro objeto do desejo", mas é muito bem feito. A forma como se conta a história, o ir e vir do passado misturado ao presente, tudo se encaixa muito bem. E , claro, o admirável sotaque inglês.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Minha breve carreira jornalística
Neste fim de semana presenciei um fato inédito:
Logo pela manhã uma casa de madeira em chamas. Os bombeiros chegam em minutos. O fogo cresce, a água esguicha e logo há fumaça, muita fumaça no ambiente. As pessoas se aglomeram para ver o que está acontecendo. Mães com seus bebês no colo, crianças pela rua, curiosos em geral. Bombeiros controlam o fogo. Polícia. Acabou.
Eu assistindo a tudo pela sacada da minha casa.
Eis a sequência:
O fato estranho não é o ocorrido em si, mas sim que logo após tiradas as fotos lá fui eu entrar em contato com os jornais da cidade para ver se havia qualquer tipo de interesse pelas fotos. Um dos jornais nem retornou, já o outro se limitou a esta resposta :
"Obrigada, Flávia
Como o incêndio não deixou feridos e para um assunto factual, já está velho, fica para a próxima vez"
(sic)
Hoje para algo virar efetualmente notícia tem de existir morte e tragédia (mais?!) literalmente. Como se já não bastasse uma notícia ser apenas ruim. Ela tem de conter sangue.
Sinceramente, eu jamais serviria para ser jornalista. Não desse jeito, não nesse mundo.
Talvez eu seja muito pouco factual para isso tudo.
E assim teve término minha investida jornalística, que já nascera morta.
Melhor ser historiadora mesmo.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Cabíria
Cabíria é uma prostituta nas ruas de Roma na qual serve direitinho o ditado "desgraça pouca é bobagem". Pelas noites da vida Cabíria passa pelas mais loucas aventuras, desde conhecer um grande astro do cinema até ser hipinotizada num show de variedades. Uma obra-prima de Fellini, tendo como pano de fundo o fanatismo religioso dos católicos romanos. E claro, a bela música de Nino Rota.
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Juno
Juno. Jason Reitman. 2007.
Juno é para o Oscar deste ano o que "Pequena Miss Sunshine" foi ano passado. Uma produção menos independente do que a outra, com um tema um pouco mais palatável e comum mas ainda assim uma delícia de filme. A atuação da atriz principal não deixa nada a desejar e a trilha sonora é uma beleza. Aliás, a trilha casa perfeitamente com perfil do filme, com folks e rocks da nova geração como Belle & Sebastian e afins. Delicioso e despretencioso. Mas creio que não vai levar tantas estatuetas pra casa quanto Miss Sunshine. Mas basta de comparações. Boa pedida para uma tarde de domingo.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
O descaso da coisa pública - parte II
Logo em seguida parti para uma outra repartição pública: o hospital.
Fui tentar visitar minha avozinha que se encontra lá desde o fim de semana.
É bem o tipo de coisa que estamos acostumados a ver nos jornais da noite pela Tv: pessoas estribuchando pelas macas nos corredores, bêbados, viciados, todo tipo de gente morrendo pelos cantos.
Não há controle de quem entra e quem sai, apesar de um porteiro na frente da enfermaria.
E mesmo que você tenha um pedido de internação para alguém que não vai aguentar nem mais um mês de vida, isso não significa nada pra ninguém. Nem médico, nem enfermeira, nem prefeito nem o raio que o parta.
It´s a long way...
Fui tentar visitar minha avozinha que se encontra lá desde o fim de semana.
É bem o tipo de coisa que estamos acostumados a ver nos jornais da noite pela Tv: pessoas estribuchando pelas macas nos corredores, bêbados, viciados, todo tipo de gente morrendo pelos cantos.
Não há controle de quem entra e quem sai, apesar de um porteiro na frente da enfermaria.
E mesmo que você tenha um pedido de internação para alguém que não vai aguentar nem mais um mês de vida, isso não significa nada pra ninguém. Nem médico, nem enfermeira, nem prefeito nem o raio que o parta.
It´s a long way...
O descaso da coisa pública - parte I
Sei que vai parecer redundante e óbvio tudo isso que vou dizer, mas não tenho como segurar.
Hoje fui na Diretoria de ensino aqui da cidade, entrar com recurso já que não fui aprovada como professora eventual e tal. Desde o começo de todo esse processo eu já sabia da burrocracia, da lerdeza e da ineficiência que a coisa pública gera, mas hoje foi o cúmulo.
A começar pelo site, de difícil navegação e falta de informações fui impelida a ligar no tal departamento. Minutos depois de vãs tentativas, alguém atendeu ao telefone e julgando ser uma mera telefonista( emotion de espanto) bateu o gancho na minha cara logo após dizer que não sabia me dar a informação desejada.
Peguei todos os documentos que julgava necesários e lá fui eu, rumo ao dito departamento. Chegando lá várias pessoas já se aglomeravam na porta, nos corredores, em filas, na frente dos painéis tentando achar quaisquer informações. E eu lá. Depois de meia informação na mesa de informações (digo meia pois a informante só soube me informar metade da informação) rumei para uma sala cuja porta se encontrava trancada e ninguém sabia onde estavam as chaves.
Pra resumir, depois de um tempo soube por outras pessoas que buscavam tantas informações quanto eu que ainda não havia uma lista exata da seleção para professores e ninguem sabia dizer quando a tal lista seria entregue.
Voltei pra casa sem saber como , onde e nem quando recorrer.
E ainda me perguntam porquê eu não queria ser professora pública.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Oh,Baby Jane!
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
James e Jerusalém

A jornada de James para Jerusalém. Ra´anan Alexandrowicz. 2003.
James é um sul-africano jovem que se pretende tronar pastor e parte de sua aldeia para peregrinar em Jerusalém. Já no aeroporto James é detido e vai para a prisão, donde sai sob fiança - paga por um judeu que vive de empregar imigrantes ilegais como faxineiros. James vai se adpatando à vida que lhe é imposta e assim também vai perdendo aos poucos o olhar inocente que com ali chegou. O sonho de conhecer Jerusalém vai se desfazendo conforme se rende ao capitalismo subliminar do dia-a-dia. A Cidade Santa já não se propõe assim tão imaculada.
No country
Onde os fracos não têm vez. (No country for old man). Joel and Ethan Coen. 2007.
A vasta filmografia dos irmãos Coen permite dizer que este é um bom filme. Esses caras têm no currículo filmes como a comédia odisséica(?!) E ai, meu irmão, cadê você? , o humor negro de Matadores de velhinhas, o astucioso Fargo e o delicioso Tuilleries de Paris, eu te amo.
Onde os fracos não tem vez não é excepcional, não faz parte do meu rol de filmes du coer mas é um bom filme. Javier Barden está perfeito no papel do matador de aluguel. Cara de louco, jeito de louco, em suma: um louco com uma pistola de ar e um cilindro nas mãos. Eis um western moderno!
Num país que importa e exporta violência nada mais há de se esperar.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
o ano e o passado
O ano começa literalmente novo para mim.
Deixei para trás o serviço burocrático para finalmente me tornar professora.
(emotion de espanto)
E para tanto tive de revirar os papéis e o baú da memória para relmebrar o que já foi estudado (e esquecido, memória seletiva é o que há).
E no fim ainda não entendo o porquê de tanto papel na minha vida. Mas enfim , vamos lá. É história que não tem mais fim.
História antiga
História medieval
História moderna
História das Américas
História do Brasil
História contemporânea
Filosofia
Geografia
Antropologia
Introdução à história
Teoria da história
História da arte
Affff.
Disso tudo o que realmente serve pra vida?
Je ne veux pas travailler
Je ne veux pas déjeuner
Je veux seulement oublier...
Imagens aleatórias sobre história.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
As intermitências da morte
Ganhei um dos últimos livros do Saramago - As intermitências da morte.
Nem preciso dizer o quanto é fantástico. Saramago raramente erra nos temas escolhidos, mas este em especial é deveras interessante. A morte passa a personagem principal da trama quando resolve entrar em greve. Isto mesmo: niguém morre mais. É chegada a hora da tão esperada eternidade. O que niguém contava com isso era o batalhão de problemas que junto dela se acarretavam. Em pouco tempo não haveria espaço para os moribundos nos hospitais, para os velhos dos asilos, e as funerárias e agências de seguros de vida chegariam à falência. Sem contar que a morte passava de problema filosófico à político. Isso quando então o cardeal traz à tona o maior problema de todos: a Igreja Católica sucumbiria com a falta de morte, já que sem morte não há ressurreição.
E por ai vai. Um novo fôlego para um ano que se inicia. Aproveitando que no enredo do romance, é também na virada do 31 de dezembro que a morte decide tirar umas férias para nunca mais voltar.
Nem preciso dizer o quanto é fantástico. Saramago raramente erra nos temas escolhidos, mas este em especial é deveras interessante. A morte passa a personagem principal da trama quando resolve entrar em greve. Isto mesmo: niguém morre mais. É chegada a hora da tão esperada eternidade. O que niguém contava com isso era o batalhão de problemas que junto dela se acarretavam. Em pouco tempo não haveria espaço para os moribundos nos hospitais, para os velhos dos asilos, e as funerárias e agências de seguros de vida chegariam à falência. Sem contar que a morte passava de problema filosófico à político. Isso quando então o cardeal traz à tona o maior problema de todos: a Igreja Católica sucumbiria com a falta de morte, já que sem morte não há ressurreição.
E por ai vai. Um novo fôlego para um ano que se inicia. Aproveitando que no enredo do romance, é também na virada do 31 de dezembro que a morte decide tirar umas férias para nunca mais voltar.
domingo, 2 de dezembro de 2007
De doer
Essa será, talvez, uma das mais belas bigrafias retratadas pelo cinema em todos os tempos. E talvez - apenas talvez - eu esteja erada, mas foi esta a sensação que tive ao sair do cinema hoje após a sessão de Piaf - um hino ao amor (título em português, terrível por sinal).
Edith Piaf foi - e agora com muita certeza - a melhor intérprete da música francesa que o mundo pôde prestigiar.
Assim como na maioria das biografias cinematográficas a vida da personagem é destrinchada ao ponto de levar o público às lágrimas e não só pela forma que é contada a história mas pelo teor trágico da vida em questão. E não me venham falar em melodrama, pois está longe de o ser.
Por várias vezes enquanto o assistia me lembrei de outro filme biográfico tão desgraçado (sentido literal de infelicidade) quanto este, que é o Frida , e fiquei a pensar quão presentes são a dor e o sofrimento na vida de algumas pessoas e o tanto que isso as influenciam na expressão artística, no primeiro caso a música e no segundo a pintura.
Eis algo no que pensar. Nunca deixei de acreditar que a dor nos impele à mudanças muitas vezes drásticas ( e nem sempre trágicas).
Taí a dica de dois filmes para pensar, chorar e se encantar.
* La môme significa ao pé da letra "criança", mas o termo se refere à "pequena" e piaf à "pardal".
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
filmes, filmes
Rímini é um jovem belo e talentoso, que ao o final de um casamento de anos se depara com o passado a cada passo que dá em rumo a uma nova vida - leia-se novas mulheres. Um filme fora dos padrões , não de narrativa ou de roteiro, mas da própria forma de se encarar a vida. Trágico feito um tango argentino.
Baseado em fatos verídicos, conta a história da sueca Carola, que abandona sua vida européia para acompanhar de perto a vida dos guerreiros massais, inclusive casando-se com um deles, Lemalian. No deserto africano descobre uma nova forma de viver e em que isso implicaria para o resto de sua vida. Não é nem preciso dizer que que no fim tudo dá errado. Coisas que nenhum tipo de antropologia poderia explicar ( ou que qualquer mané pode entender). É a vida.
De qualquer forma vale ser visto ao mínimo pela bela fotografia.
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Desconstruindo flávia
Já estive em fases "Lolita", assim como outras mais para "Hair" e ainda tantas "Odisséia".
Mas agora me encontro num momento totalmente "Desconstruindo Harry".
E quem disse que a arte imita a vida?
Mas agora me encontro num momento totalmente "Desconstruindo Harry".
E quem disse que a arte imita a vida?
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Paris, je t´aime
É quase uma redundância falar que um filme sobre Paris é sensível, delicado e irresistivelmente amoroso. Mas como não o dizer? O sentimento é um só: prazer à flor da pele!
Quais de Seine, de Gurinder Chadhacom Leïla Bekhti e Cyril Descours
Tuileries de Joel e Ethan Coencom Julie Bataille, Steve Buscemi, Axel Kiener e Frankie Pain
Le Marais de Gus Van Santcom Marianne Faithfull, Elias McConnell e Gaspard Ulliel
Tour Eiffel de Sylvain Chometcom Yolande Moreau e Paul Putner
Père-Lachaise, de Wes Cravencom Emily Mortimer, Rufus Sewell e Alexander Payne
Place des Victoires de Nobuhiro Suwacom Juliette Binoche, Martin Combes, Willem Dafoe e Hippolyte Girardot
Quartier Latin, de Gérard Depardieu e Frédéric Auburtincom Gena Rowlands, Ben Gazzara e Gérard Depardieu
Parc Monceau, de Alfonso Cuaroncom Nick Nolte, Ludivine Sagnier e Sara Martins
Quartier des Enfants Rouges, de Olivier Assayascom Maggie Gyllenhaal, Lionel Dray e Joana Preiss
Pigalle, de Richard LaGravenesecom Fanny Ardant e Bob Hoskins

Quartier de la Madeleine, de Vincenzo Natalicom Elijah Wood, Olga Kurylenko e Wes Craven
Place des Fêtes, de Oliver Schmitzcom Seydou Boro e Aïssa Maïga
Faubourg Saint-Denis, de Tom Tykwercom Natalie Portman e Melchior Beslon
Loin du 16ème, de Walter Salles e Daniela Thomascom Catalina Sandino Moreno
14ème arrondissement de Alexander Paynecom Margo Martindale
É disso que trata Paris, eu te amo. Vários diretores resumiram da melhor forma possivel em 18 curta-metragens o que Paris representa em cada visão. E em cada visão uma nova forma de olhar se abre, um toque não descoberto, um detalhe que antes passava desapercebido e agora se torna um todo representativo, pessoas, sentimentos, todos decupados num mesmo ambiente: Paris!
Cidade de todos os amantes, mesmo aqueles que já deixaram de amar; de todas nacionalidades, de todos os tipos de sentimentos, da miscelânia que este século representa; o próprio século do cinema resumido em uma única película. De tudo um pouco pôde-se perceber: o automatismo hollywoodiano, a beleza e delicadeza da lente européia, a loucura que o novo oriente se propõe e desperta.
Tudo se destaca. Tudo em especial. o filme deve ser visto como um todo apesar de cada parte aparentar tanta independência. Destaque para a música de Camille ao fundo do episódio “Porte de Choisy”, de Christopher Doyle.
O amor se apresenta em todas suas facetas, seja na pele de uma mãe em luto, de um vampiro sedento (à la Sin Citty), do amor pela liberdade, pela solidão em meio à multidão, por aquele amor recém descoberto (que nem se sabia mais que amava) ou aquela paixão arrebatadora. Enfin, vive la amour!
O amor se apresenta em todas suas facetas, seja na pele de uma mãe em luto, de um vampiro sedento (à la Sin Citty), do amor pela liberdade, pela solidão em meio à multidão, por aquele amor recém descoberto (que nem se sabia mais que amava) ou aquela paixão arrebatadora. Enfin, vive la amour!
Eis as dezoito historietas:
Bruno Podalydès (episódio "Montmartre")
Gurinder Chadha (episódio "Quais de Seine")
Gus Van Sant (episódio "Le Marais")
Ethan Coen (episódio "Tuileries")
Walter Salles (episódio "Loin du 16ème")
Christopher Doyle (episódio "Porte de Choisy")
Isabel Coixet (episódio "Bastille")
Nobuhiro Suwa (episódio "Place des Victoires")
Sylvain Chomet (episódio "Tour Eiffel")
Alfonso Cuarón (episódio "Parc Monceau")
Olivier Assayas (episódio "Quartier des Enfants Rouges")
Oliver Schmitz (episódio "Place des Fêtes")
Richard LaGravenese (episódio "Pigalle")
Vincenzo Natali (episódio "Quatier de la Madeleine")
Wes Craven (episódio "Père-Lachaise")
Tom Tykwer (episódio "Faubourg Saint-Denis")
Gérard Depardieu e Frédéric Auburtin (episódio "Quatier Latin")
Alexander Payne (episódio "14ème Arrondissement")
Gurinder Chadha (episódio "Quais de Seine")
Gus Van Sant (episódio "Le Marais")
Ethan Coen (episódio "Tuileries")
Walter Salles (episódio "Loin du 16ème")
Christopher Doyle (episódio "Porte de Choisy")
Isabel Coixet (episódio "Bastille")
Nobuhiro Suwa (episódio "Place des Victoires")
Sylvain Chomet (episódio "Tour Eiffel")
Alfonso Cuarón (episódio "Parc Monceau")
Olivier Assayas (episódio "Quartier des Enfants Rouges")
Oliver Schmitz (episódio "Place des Fêtes")
Richard LaGravenese (episódio "Pigalle")
Vincenzo Natali (episódio "Quatier de la Madeleine")
Wes Craven (episódio "Père-Lachaise")
Tom Tykwer (episódio "Faubourg Saint-Denis")
Gérard Depardieu e Frédéric Auburtin (episódio "Quatier Latin")
Alexander Payne (episódio "14ème Arrondissement")
Quartier de la Madeleine, de Vincenzo Natalicom Elijah Wood, Olga Kurylenko e Wes Craven
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Assinar:
Postagens (Atom)

