sexta-feira, 9 de março de 2007
Pia Fraus
quinta-feira, 8 de março de 2007
O último rei da Escócia
O último rei da Escócia. Kevin MacDonald. 2006.
Tenho ido muito ao cinema, mas não mais do que eu gostaria de ir. De qualquer forma tem-se ultimamente bons filmes em cartaz, mesmo não sendo meus preferidos, ainda assim sobram boas alternativas. Bom filme, mas talvez tenha faltado mais sangue pra mostrar a barbárie que realmente aconteceu.
terça-feira, 6 de março de 2007
sábado, 3 de março de 2007
Passages
Lira Paulistana
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007
Mais um ano, muito mais cinema!
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007
Medo e obsessão
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007
Babel
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007
Perfume
Perfume: história de um assassino. Tom Tykmer. Alemanha. 2006.
O diretor alemão de Corra Lola, corra não surpreende muito com esse filme dedicado a um dos sentidos menos explorados no cinema: o olfato. Mas eu disse não surpreende muito, mas apenas um pouco. A história é sobre Jean-Baptiste Grenouille e se desenrola na fedorenta Paris do século xviii, onde a miscelânia de cheiros pútridos das ruas, dos esgotos, dos animais mortos se mistura à finesse da capital dos melhores perfumes do mundo. Jean-Baptiste nasceu com o dom de decifrar qualquer fragrância existente e a partir disso dejesa preservá-las, ou melhor, aprisioná-las. Sendo assim o protagonista anti-heroico se depara com a árdua tarefa de reunir para si e para sempre o melhor dos odores: o do ser humano, ou melhor ainda, das mulheres, des femmes. E virgens, claro.
Apesar de tudo o filme o não atinge o valor sinestésico que se propões, tendo em vista que o apelo cinematográfico será sempre ao visual, pois então para chegar ao mínimo desse valor olfativo teve-se que mostrar o interior de um rato em decomposição para a mínima idéia do valor olfativo de podridão. Mas o diretor ainda surpreende ao misturar na história suspense e sensibilidade, até chegar ao clímax do final, uma viagem - literalmente - ao absurdo.
Para entender melhor sobre a sinestesia no cinema indico o levíssimo Os cinco sentidos, uma produção canadense do diretor Jeremy Podeswa, que explora muito melhor cada um dos sentidos em diferentes histórias que se emaranham em uma só.
terça-feira, 13 de fevereiro de 2007
Amor segundo Google
O Google tem uma série de buscas inusitadas. Numa delas, se você quiser saber o significado das palavras basta digitar na caixa de busca a palavra define, dois pontos e a palavra desejada.
Como exemplo utilizei a palavra amor (piegas e banal). Assim:
define: amor
Um dos resultados: Palavra de quatro letras, duas vogais, duas consoantes e dois idiotas.
Hilário.
Tente você mesmo.
Para todos os dias
Belchior - Paralelas
Como é perversa a juventude do meu coração
Que só entende o que é cruel e o que é paixão
E as paralelas dos pneus n'água das ruas
São duas estradas nuas em que foges do que é teu
No apartamento, oitavo andar, quebro a vidraça e grito
Grito quando o carro passa: teu infinito sou eu.
Ivan Lins - Ai, ai, ai, ai, ai
É as vezes tudo é lindo
ás vezes tudo engana... mas
Basta um beijo teu e eu...
Ai, ai, ai, ai, ai,
Pudera! Você é o grande amor da minha vida
Pudera! Você é o grande amor da minha vida
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007
terça-feira, 6 de fevereiro de 2007
O que a vida ainda pode nos ensinar se quisermos aprender
Não se deve julgar as pessoas pelas roupas que elas usam. Nem mesmo aquelas que não usam.
O provérbio "Diga-me com quem andas que te direi quem és" nem sempre é verdade.
Por mais que a vida seja dura não vamos morrer se esperarmos ela melhorar. E sempre melhora.
Que vale a pena sofrer de amor. Apesar de a cada briga achar que é o fim só termina mesmo quando o amor acaba. E aí não faz mais sentido permanecer junto.
Que família é quadrilha e parente é serpente. E que só vamos entender porquê é tão difícil quando formarmos uma nova família e descobrirmos que não podemos viver sem ela.
Que todo ano novo prometemos parar coisas, começar coisas, ser mais isso ou menos aquilo e que em menos de um mês depois já mandamos tudo às favas pensando que é melhor deixar para mudar no próximo ano novo.
Que Caetano e Chico foram gênios sensacionais mas já passaram do prazo de validade.
Que o homem é a máquina mais perfeita e o animal mais ignorante que já foi criado.
Que da vida nada se leva, nada se cria, tudo se tranforma e que o futuro à Deus pertence.
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007
Bye, bye, janeiro!
O pior mês do ano, o mais longo, o mais difícil.
E fevereiro só é melhor por ser mais curto.
Gosto mesmo do mês de julho.
Mas até lá, como diria Caetano, It´s a long way...
Vai entender. Gosto não se discute.
segunda-feira, 29 de janeiro de 2007
Amor à flor da pele.
sexta-feira, 26 de janeiro de 2007
Bon jour tristesse...
terça-feira, 23 de janeiro de 2007
sexta-feira, 19 de janeiro de 2007
Adeus ano novo
Primeiro passamos os primeiros dias do ano no hospital com minha mãe, depois do hospital dar-nos um chá de canseira - e um laudo falso - caimos fora. Mando uma carta para o Jornal daqui da cidade denunciando o hospital e eles não publicam a carta. Quer dizer, hoje em dia não se pode confiar em mais nada, mesmo que te digam que é para serviço público da comunidade e dos cidadãos. Não confiem jamais nisto.
Aí veiram as brigas dentro da família. Boa hora para assistir "Parente é serpente", do italiano Mario Monicelli. Grande filme.
Daí as preocupações com dívidas, as contas, os impostos. Claro que nada disso me pertence, sou apenas um membro desocupado na família, mas tudo reflete não é?
E então hoje ainda, na busca por um emprego, algumas horas no ar condicionado me renderam um belo resfriado.
É ou não é um começo de ano e tanto?



