sábado, 2 de dezembro de 2006
Stapafurdyo
quinta-feira, 30 de novembro de 2006
$$$$
É isso que vou ter que ter pra trazer meu computador de volta.
Ele derreteu.
segunda-feira, 27 de novembro de 2006
A fonte da vida

The Fountain. Darren Aronofsky. 2006.
Ainda não sei se gostei ou odiei esse filme. O diretor já me agradou certa vez com "Réquiem para um sonho" e por isso decedi ver esse filme. Mas a mistura de idéias e pensamentos filosófico-religiosos é tão grande que em vários momentos você fica sem a menor idéia do que está acontecendo. Resumindo: são três histórias que se intercalam em torno do mesmo problema: a morte. A primeira se passa nos dias atuais, a segunda no século XV e a terceira no século 26 (que não fosse a sinopse jamais imaginaria).
Em algumas partes o que salva é a beleza das imagens como essa aqui mostrada, beleza e iluminação (ainda que computadorizada) surpreendente. A atuação doe Hugh Jackman impressiona muito mais do que quando interpretava Wolwerine.
Concluindo: um filme com grande pretensão mas que não foi atingida. É isso que se consegue ao misturar elementos da mitologia maia, budismo, Jardim do Éden e a Arvore da Vida. Mas para quem deseja uma história fantástica e pouco realista, prepare a pipoca.
quinta-feira, 23 de novembro de 2006
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Beatles salvation
terça-feira, 21 de novembro de 2006
MMW
segunda-feira, 20 de novembro de 2006
Sympathy for mr. Vengeance
Sympathy for Mr. Vengeance. Park Chan-Wook. 2002. Coréia do Sul.
Tortura? Os mestres agora são os coreanos. Que chineses que nada.
Nesse filme o diretor coreano Park Chan-wook - mesmo diretor de Oldboy, 2003 - não rotula nada e niguém. Todos sem excessão são bons e maus, fazem o pior possível com as melhores das intenções. E a tortura é apenas um dos meios de se vingar ou chegar-se onde quer, não sem um pequeno grau de culpa.
Vengeance traduzido do inglês é literalmente vingar-se excessivamente. No filme isso é o que move os personagnes e o que não falta de forma alguma.
Para estômagos e cabeças fortes.
domingo, 19 de novembro de 2006
Falling stars
music: Lover, you shold have come over - jeff buckley (repetição, mas vale a pena ouvir again, and again, and again)
Grilos
Não gosto do verão por ser quente demais
chover de menos, ventar de menos
suar demais, bichos voadores demais ao meu redor ao redor de minha cama
apetite de menos, tolerância com isso tudo de menos.
Resumindo: mau humor demais!
E agora, justamente quando eu pensava sobre isso tudo uma outra fobia trazida pelo calor literalmente pulou sobre mim: grilo. Não destes que ficam martelando dentro de nossas cabeças, mas daqueles verdes, barulhentos e nojentos mesmo.
E minha fobia é tamanha que aqui vai uma foto do bicho. Assustador, não? Agora toda vez que abrir o blog vou ter que me deparar com meu asco. Pelo menos será uma tentativa de superação, não? Veremos.
Será que Freud explica?
segunda-feira, 13 de novembro de 2006
domingo, 12 de novembro de 2006
quarta-feira, 8 de novembro de 2006
terça-feira, 7 de novembro de 2006
Idas e vindas
quarta-feira, 1 de novembro de 2006
segunda-feira, 30 de outubro de 2006
O que eu aprendi com os eucaliptos
sábado, 28 de outubro de 2006
Little Miss Sunshine

Pequena Miss Sunshine. (Little Miss Sunshine). Jonathan Dayton, Valerie Faris. USA, 2006.
sexta-feira, 27 de outubro de 2006
Cafundó

Ontem fui à pré-estréia do filme Cafundó, de Paulo Betti no espaço dos cinemas do Alameda. Como nunca havia ido antes a uma pré-estréia não sabia exatamente o que esperar , mas com certeza não esperava ser como foi. Paulo Betti estava presente com um outro ator do filme e como o filme trata da vida de João de Camargo , o famoso Preto Velho do Candomblé brasileiro então nada mais apropriado que a presença de mães e pais de santo no ambiente. Fora isso uma banda tocava pontos do Candomblé e antes dela uma pequena banda da Folia de Reis também se apresentou. Um verdadeiro espetáculo de cultura popular, ou coisa do gênero.
Terminados os shows entramos para assitir ao filme. Paulo Betti muito simpático acendeu uma vela , colocou-a no centro da sala e explanou: "porquê aqui no Brasil só assim para se fazer cinema". E ás vezes deve ser mesmo.
O filme começa no final do século XXI, findada a escravidão o então escravo João de Camargo tenta inserir-se na nova República brasileira. A partir daí o filme vai acompanhando o desenvolvimento espiritual de Camargo que acaba por ter um encontro fantástico com um padre morto e algumas entidades do candomblé e a partir disso decide construir a "Igreja da água vermelha", voltado para os negros e necessitados.
Sinceramente o filme não é lá grande coisa, não só porquê a temática não me agrada, mas porquê carece de muita coisa, uma fotografia razoável, roteiro pouco elaborado mas o que salva mesmo é (sempre) a interpretação de lázaro Ramos no paple de João de Camargo.
Mas o que fechou mesmo com chave de ouro foi que , ao final da exibição, a Banda Marcial de Bauru entra na sala de cinema e toca exatamante as músicas do filme. Fantástico!
Por isso digo, não só uma pré-estréia mas uma pré-estréia em grande estilo!


















