Não tenho tido grandes surpresas com o cinema durante esse ano. A expectativa de "Alice" acabou gerando uma certa ilusão quanto ao filme, decepcionante.
Mas me maravilhei ao assistir "Entre os muros da escola", um filme francês que retrata o cotidiano de uma escola na periferia de Paris. Ok, até aí parece tudo muito sentimental, não fosse pelo fato de que os próprios professores e alunos participaram do filme, interpretando seus próprios papeis.
É na figura do professor de francês, François, que se concentra a história: a dificuldade diária que é ensinar algo para cabeças dispersas e maldosas, além de ter a vida exposta (já que todo professor acaba se tornando uma pessoa "pública"...). Na França há que se enfrentar ainda o problema da imigração - ilegal na maioria das vezes - e o problema que isso gera dentro de uma sala de aula.
Excepcional para qualquer professor de qualquer área em qualquer país.
Entre les murs
Entre os muros da escola
Laurente Cantet
2008
França
sábado, 15 de maio de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
domingo, 2 de maio de 2010
Vida de professora
quinta-feira, 22 de abril de 2010
SHOWS, SHOWS
sábado, 17 de abril de 2010
Simonal
Tired
I'm so tired, I haven't slept a wink,
I'm so tired, my mind is on the blink.
I wonder should I get up and fix myself a drink.
No, no, no.
I'm so tired I don't know what to do.
I'm so tired my mind is set on you.
I wonder should I call you but I know what you'd do.
You'd say I'm putting you on.
But it's no joke, it's doing me harm.
You know I can't sleep, I can't stop my brain
You know it's three weeks, I'm going insane.
You know I'd give you everything I've got
For a little peace of mind.
I'm so tired, I'm feeling so upset
Although I'm so tired I'll have another cigarette
And curse Sir Walter Raleigh.
He was such a stupid git.
Meu estado de espírito nesse momento, by Beatles
I'm so tired, my mind is on the blink.
I wonder should I get up and fix myself a drink.
No, no, no.
I'm so tired I don't know what to do.
I'm so tired my mind is set on you.
I wonder should I call you but I know what you'd do.
You'd say I'm putting you on.
But it's no joke, it's doing me harm.
You know I can't sleep, I can't stop my brain
You know it's three weeks, I'm going insane.
You know I'd give you everything I've got
For a little peace of mind.
I'm so tired, I'm feeling so upset
Although I'm so tired I'll have another cigarette
And curse Sir Walter Raleigh.
He was such a stupid git.
Meu estado de espírito nesse momento, by Beatles
sábado, 10 de abril de 2010
Cenas de um casamento
sexta-feira, 26 de março de 2010
Sessão "coisas que não gosto ( ou odeio)"
quarta-feira, 24 de março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
Itikiri Bakery
Sempre que venho a São Paulo não resisto a um passeio na Liberdade. Pra falar a verdade eu faço questão de vir sempre aos domimgo só por causa da feirinha que tem lá. Desta vez, além dos famosos bolinhos (Tako-Yaki) fui num lugar que já conhecia de passagem mas dessa vez resolvi ficar: Bakery Itiriki. É a padaria mais charmosa que já entrei no Brasil. Destaque para o self-service de doces e pães, além de vários tipos de sucos e bebidas especiais.
Puro luxo gastronômico.
sexta-feira, 19 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
SENTIMENTO DO DIA
sábado, 6 de março de 2010
In the air

Amor sem escalas
Up in the air
Jason Reitman
2009
Do mesmo diretor de "Juno", com a mesma graça mas um pouco mais de maturidade - ou sensibilidade - este é um dos mais gostosos filmes do ano.
A revista Bravo! do mês passado citou Amor sem Escalas como um filme de bons diálogos, ao lado de Casablanca e Quanto mais quente melhor. E , apesar de não chegar a ser um clássico (não acredito que chegará a ser um dia), é um filme com um roteiro muito bem escrito. Os diálogos são rápidos e deliciosos - daquele tipo que, depois que falamos besteira, pensamos: "Porquê não pensei numa resposta como essa?" ou ainda "Essa fala poderia ser minha". Real e direta.
Como alguém já disse, um filme de gente grande.
quarta-feira, 3 de março de 2010
Ah, New York!


New York, I love You
Nova Iorque, eu te amo
Vários diretores
2009
Vários diretores
2009
Ah, Nova Iorque!
Nos mesmos moldes de "Paris, je t'aime" este é um filme composto por vários diretores, com várias histórias diferentes e todas, sem exceção, são lindas, lindas, lindas.
Nos mesmos moldes de "Paris, je t'aime" este é um filme composto por vários diretores, com várias histórias diferentes e todas, sem exceção, são lindas, lindas, lindas.
Como ultimamente tenho ido ao cinema apenas para me aborrercer (filmes desnecessários citar, como "Um olhar no Paraíso", afffff) esse foi um colírio, um refresco para a alma cinéfila.
O difenrencial deste filme com 'Paris, eu te amo" é que, invés de cada diretor fazer uma história fechada, com começo, meio e fim, aqui os diretores se uniram em várias histórias que se entrelaçam em uma única. Quase um "Magnólia" mas ainda assim diferente. Maravilhoso.
O difenrencial deste filme com 'Paris, eu te amo" é que, invés de cada diretor fazer uma história fechada, com começo, meio e fim, aqui os diretores se uniram em várias histórias que se entrelaçam em uma única. Quase um "Magnólia" mas ainda assim diferente. Maravilhoso.
Ah, Nova Iorque! Ainda hei de te conhecer!
!

Livros, livros, livros
Parece que saí de um jejum literário.
Quando mais nova, na adolescência, costumava ler pilhas de livros por mês. Sim.
Eu tinha tempo.
Depois da faculdade as coisas nunca mais foram as mesmas...
Agora, estou na ativa de novo!
Últimas preciosidades:

Guia politicamente incorreto da hitória do Brasil
Leandro Narloch.
O livro tá dando o que falar (na lista dos mais vendidos), afinal, quando se trata de ser politicamente incorreto esse cara aí é mestre. O autor buscou, com base em fontes históricas, desmistificar uma boa parte de nossa história, como , por exemplo, que a esquerda "revolucionária" no Brasil foi uma resposta ao endurecimento da ditadura militar. Bullshit. Os esquerdológicos já se movimentavam bem antes do Golpe de 64. Entre essas e outras, Narloch imprime um certo tom sarrista e sarcástico. O livro é uma delícia, de cabo a rabo.

Do Pensamento no Deserto
Luiz Felipe Pondé.
O mais recente livro de ensaios de Pondé, englobando filosofia, teologia e literatura. Não nego: o livro é dificílimo. Há que se conhecer todo um vocabulário específico filosófico-teológico. Um outro Pondé se mostra aqui, mais acadêmico que nas colunas de segunda na Folha, mas não menos precioso. Aliás, livro obrigatório para os amantes de Dostoiévski e afins da filosofia.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Presentão
O ano letivo começou, então agora quase não me resta mais tempo para o blog ( e menos ainda para os filmes..aiai).
Então não tive tempo de falar sobre o livro do Tiago, de Portugal, meu grande amigo.
Tiago me enviou esse grande presente que por coincidência (ou não ) recebi no dia seguinte de meu aniversário.
"Máquinas sem rosto" é feito de poesia e se percebe claramente, entre uma linha e outra, a presença marcante que o Brasil deixou no autor. Eis um pedacinho:
Brasil do meu princípio...
I Parte
Há uma mesma palavra em todos os meus versos
Em tudo o que ele me ensinou, sem saber.
Quero encarar todas as experiências;
Comover-me no mastigar concreto de sua prosa
E Confundí-las nas matrizes do tempo de Rosa.
É nessa clandestina noite de exílio
Que surge essa canção suja a degolar,
Um Brasil imenso de nome - Gullar.
Valeu, Tiga! Também pretendo um dia visitar-te e escrever sobre o Tejo!
Então não tive tempo de falar sobre o livro do Tiago, de Portugal, meu grande amigo.
Tiago me enviou esse grande presente que por coincidência (ou não ) recebi no dia seguinte de meu aniversário.
"Máquinas sem rosto" é feito de poesia e se percebe claramente, entre uma linha e outra, a presença marcante que o Brasil deixou no autor. Eis um pedacinho:
Brasil do meu princípio...
I Parte
Há uma mesma palavra em todos os meus versos
Em tudo o que ele me ensinou, sem saber.
Quero encarar todas as experiências;
Comover-me no mastigar concreto de sua prosa
E Confundí-las nas matrizes do tempo de Rosa.
É nessa clandestina noite de exílio
Que surge essa canção suja a degolar,
Um Brasil imenso de nome - Gullar.
Valeu, Tiga! Também pretendo um dia visitar-te e escrever sobre o Tejo!
Assinar:
Postagens (Atom)








