sábado, 24 de março de 2007

Jennifer Lewis

Pinturas à óleo da ilustradora Jennifer Lewis . Clique no nome para ver o site.

Cupcake

She loves fish by miorats


Dreams

Bunny



sexta-feira, 23 de março de 2007

The ghost rider. ( O motoqueiro fantasma). Mark Steven Jhonson. 2007.
Pura ação. Pra quem curte quadrinhos. Nicolas Cage quase nem atua, porquê quem interessa mesmo é o cabeça de osso flamejante.

Zerkalo. (O espelho). Andrei Tarkovsky. 1975.
Clássico de Tarkóvsky, mestre da luz e sombra e das cores e do silêncio. Seria a vida adulta espelho da infância? No fim estamos sempre refletindo algo...

sábado, 17 de março de 2007

Pouco convencionaiS

Capitaes de Abril. Maria de Medeiros. POrtugal. 2000.

Filme senssibilíssimo sobre a Revolução dos Cravos em POrtugal, quando os próprios militares se revoltam contra a ditadura salazariana e tentam tomar o poder sem as marcas da violência. Apesar de se tratar disso, o filme não é político e sim romântico.



The squid and the wale. (A lula e a baleia) . Noah Baumbach. 2005.

A casa dessa família desmorona quando o casal entra em saparação. Na verdade a casa de qualquer um cairia sob essas situações. Foge ao senso comum dos filmes que retratam esse tema já que as discussões giram em torno de questões filosóficas e pouco convencionais. Bela trilha sonora e ótimo grand finale.

quarta-feira, 14 de março de 2007

Nós


A nós.
Camille - Quand je march
Jamie Cullum - Lover you Should´ve come over
Medeski, Martin & Wood - Last chance to dance trance (album)
Diana Krall - The girl in the other room (álbum)
Los Hermanos - Casa pré-fabricada
Maria rita - primeiro cd

terça-feira, 13 de março de 2007

Um filme para cada dia do fim de semana:

Borat: Cultural Leranings of America for make benefit glorius nation of Kazakhstan.(Borat: o segundo melhor repórter do glorioso país do Cazaquistão viaja à America). Larry Charles. 2006.
Sem mais delongas o filme é escracho puro, um grandioso deboche ao politicamente correto e só. Nem mais nem menos. Um filme feito pra tirar sarro, com piadas que beiram o mal-gosto mas que mesmo assim tem uma certa dose de sarcasmo. Não merece tanto alarde assim a não ser pela total falta de papas na língua do ator britânico Sacha Baron Cohen. Hilário.


Don´t come knocking. (Estrela Solitária). Win Wenders. 2005.



Win Wender e Sam Shepard é uma daquelas duplas dinâmicas (perdoem a falta de melhores sinônimos!) feito Paul MacCartney e John Lennon, Chico Buarque e Edu Lobo, Batman e Robin, etc. Como de costume Wenders sabe como ninguém unir câmera e música. Seus filmes sempre têm as melhores trilhas sonoras e este não deixou a desejar - pelo menos não neste quisito. Claro que não pode haver comparações com Asas do desejo ou Paris , Texas, nem de longe. Mas ainda assimé um Win Wenders autêntico.


The departed. (Os infiltrados). Martin Scorsese. 2006.



Nem de longe um filme que faça o meu gênero. Um bom filme policial(argh!). POr isso o Oscar. E também para a academia se "retratar" com Scorsese. Nunca vi isso. Coisa mais sem sentido, mas enfim...O filme é longo demais, o tema é batido e o final é esdrúxulo. Pra gosta é um prato cheio.

sexta-feira, 9 de março de 2007

Pia Fraus

Depois de um longo período de pasmaceria cultural aqui em Bauru finalmente aconteceu algo plausível: a Compania Pia Fraus de bonecos apresentou ontem seu espetáculo "100 Shakespeare", uma verdadeira homenagem ao mestre inglês, reconstruindo no palco algumas das mais famosas cenas shakespereanas com seus bonecos que parecem tomar, ou melhor, tomam vida no palco. Pia Fraus é uma das companias brasileiras mais renomadas no que se trata de manipulação e criação de bonecos. Um show como pucos já viram. E quem não conhece não sabe realmente o que está perdendo.

quinta-feira, 8 de março de 2007

O último rei da Escócia



O último rei da Escócia. Kevin MacDonald. 2006.

Tenho ido muito ao cinema, mas não mais do que eu gostaria de ir. De qualquer forma tem-se ultimamente bons filmes em cartaz, mesmo não sendo meus preferidos, ainda assim sobram boas alternativas. Bom filme, mas talvez tenha faltado mais sangue pra mostrar a barbárie que realmente aconteceu.

terça-feira, 6 de março de 2007

sábado, 3 de março de 2007

Passages


Dica pra quem curte música instrumental. Estes dois grandes "maestros" dão um verdadeiro show neste disco. Phillip Glass, grande compositor de trilhas sonoras imperdíveis como a de Dracula - Francis Ford Coppola - se juntou a Ravi Shankar, ícone da música indiana, tocador de sitar e pai de Norah Jones. Simplesmente imperdível.

Lira Paulistana

De passagem rápida, em uma única tarde paulistana muita coisa pode acontecer...

Museu do Ipiranga.

E um encontro inusitado com o maior trombonista de todos: Raul de Souza na Teodoro Sampaio.
Faltou a foto do super pastel de bacalhau do Mercadão, mas essa fica pra próxima.
Espero por vir muitas outras tardes como esta.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007

Mais um ano, muito mais cinema!

Dia de aniversário é coisa esquisita. As pessoas te abraçam e te agradecem por ter nascido, como se essa tivesse sido a melhor de tuas escolhas, assim como se escolhe qual profissão seguir ou qual carro comprar: Parabéns! Seja Feliz! . Não, não dou dessas que ficam mau-humoradas no dia de aniversário. Também não fico exultante como a criança que espera pelo bolo. Apenas uma data muito esquisita. E para comemorar escolhi unir as duas coisas que mais gosto nessa vida: namorar e cinema. Pra começar, uma sessãozinha remember caseira, como fabuloso "Laranja Mecânica". Kubrick é gênio! O clássico dos clássicos.
Depois " O Labirinto do fauno" no cinema. Confesso que estava bem curiosa sobre o que esperar do filme e infelizmente não agradou tanto quanto esperava. Nada demais, um filme mitológico com bons efeitos, boa maquiagem, boa edição, bons atores e cenários, enfim, não desegrada em nada em termos técnicos e talvez por isso deve levar um oscar. A história também não deixa a desejar, fatos sombrios da vida real - já que tem como pano de fundo a ditadura facista de Franco na Espanha - e mais sombrios ainda quando se trata do universo mitológico infantil, onde as fadas rosas e tranlúcidas dão lugar à insetos, sapos, seres com olhos nas mãos e um fauno from hell. O probelma talvez esteja no rumo do filme, na forma de se contar a história, que não prescinde de cenas de extrema violência (num filme que tem indicação para crianças acima de 12 anos) que me renderam pesadelos. Mas enfim, o diretor espanhol Guillermo del Toro ganha de virada de Stephen King quando se trata de horror mas ainda assim não passa de um grande filme fantástico , com bom roteiro mas que carece de um bom contador de história.


El Laberinto del Fauno. Guillermo del Toro. 2006. Espanha.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Medo e obsessão



Land of plenty (Medo e obsessão). Win Wenders. 2004.
O mestre Win Wenders mostra não ter perdido seu grande talento como diretor. Apesar de não chegar nem aos pés de clássicos como Paris, Texas ou Asas do desejo, Wenders aborda nesse drama algo que apenas um diretor não-americano poderia dizer: o esvaziamento de sentido patriótico norte-americano pós 11 de setembro.
Wenders expõe a paranóia de um ex-combatente do Vietnã, que se auto-encarrega de cuidar da segurança do país contra possíveis atos terroristas, morando num furgão altamente paramentado com câmeras, fones e toda parafernália imaginável de dar inveja a qualquer James Bond que se preze. Passa os dias rodando as ruas de Los Angeles, na cola de células de terrorismo, homens-bomba e coisas que o valha quando então se depara com a chegada inesperada de sua sobrinha, vinda diretamente do Oriente Médio, onde viveu por anos atuando como missionária, prestando ajuda humanitária. Dois pólos se confrontando. Um obsessivo pela guerra e o outro solidário ao suposto inimigo.
Diferentemento de outros filmes sobre o 11 de setembro, este direciona os olhares não para o drama da perda física, da morte de civis ou qualquer apelo trágico mas sim para a perda de sentido patriótico da luta quando na verdade não se sabe exatamente contra o que se está lutando. O terrorismo vai muito além dessas fronteiras. Os horrores de qualquer guerra supera a tudo. O título original poderia ser traduzido para Terra da Plenitude. Mas plenitude do quê? Na verdade tudo pode ser resumido ao final do filme, quando os personagens estão a olhar o monumento erguido no lugar do World Trade Center com o seguinte comentário: achei que teria algo mais, não apenas uma cosntrução...

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

Babel



POdem dizer o que quizerem. Babel é um filme fantástico.
Alejandro González Iñárritu continua tão bom quanto Amores Brutos ou 21 gramas, com a única diferença que agora sua obra tomou proporções mundiais e claro, com um orçamento à altura. POderia ter dispensado a presença de elenco holywoodiano, sem dúvida. Continuaria sendo um filme tão bom quanto. Quiçá melhor. Mas não há nada fake nesta película. Tudo está entregue ao sistema caótico que vivemos, sem mais ou menos culpa, com toda dramaticidade da qual não podemos escapar.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

Perfume



Perfume: história de um assassino. Tom Tykmer. Alemanha. 2006.

O diretor alemão de Corra Lola, corra não surpreende muito com esse filme dedicado a um dos sentidos menos explorados no cinema: o olfato. Mas eu disse não surpreende muito, mas apenas um pouco. A história é sobre Jean-Baptiste Grenouille e se desenrola na fedorenta Paris do século xviii, onde a miscelânia de cheiros pútridos das ruas, dos esgotos, dos animais mortos se mistura à finesse da capital dos melhores perfumes do mundo. Jean-Baptiste nasceu com o dom de decifrar qualquer fragrância existente e a partir disso dejesa preservá-las, ou melhor, aprisioná-las. Sendo assim o protagonista anti-heroico se depara com a árdua tarefa de reunir para si e para sempre o melhor dos odores: o do ser humano, ou melhor ainda, das mulheres, des femmes. E virgens, claro.

Apesar de tudo o filme o não atinge o valor sinestésico que se propões, tendo em vista que o apelo cinematográfico será sempre ao visual, pois então para chegar ao mínimo desse valor olfativo teve-se que mostrar o interior de um rato em decomposição para a mínima idéia do valor olfativo de podridão. Mas o diretor ainda surpreende ao misturar na história suspense e sensibilidade, até chegar ao clímax do final, uma viagem - literalmente - ao absurdo.

Para entender melhor sobre a sinestesia no cinema indico o levíssimo Os cinco sentidos, uma produção canadense do diretor Jeremy Podeswa, que explora muito melhor cada um dos sentidos em diferentes histórias que se emaranham em uma só.

terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

Amor segundo Google

Muito boa essa.
O Google tem uma série de buscas inusitadas. Numa delas, se você quiser saber o significado das palavras basta digitar na caixa de busca a palavra define, dois pontos e a palavra desejada.
Como exemplo utilizei a palavra amor (piegas e banal). Assim:
define: amor
Um dos resultados: Palavra de quatro letras, duas vogais, duas consoantes e dois idiotas.
Hilário.
Tente você mesmo.

Para todos os dias


Belchior - Paralelas

Como é perversa a juventude do meu coração
Que só entende o que é cruel e o que é paixão
E as paralelas dos pneus n'água das ruas
São duas estradas nuas em que foges do que é teu
No apartamento, oitavo andar, quebro a vidraça e grito
Grito quando o carro passa: teu infinito sou eu.



Ivan Lins - Ai, ai, ai, ai, ai

É as vezes tudo é lindo
ás vezes tudo engana... mas
Basta um beijo teu e eu...
Ai, ai, ai, ai, ai,
Pudera! Você é o grande amor da minha vida
Pudera! Você é o grande amor da minha vida


Elis Regina - Só tinha de ser com você
É,
Só eu sei
Quanto amor
Eu guardei
Sem saber
Que era só
Pra você.
É, só tinha de ser com você,
Havia de ser pra você,
Senão era mais uma dor,
Senão não seria o amor,
Aquele que a gente não vê
O amor que chegou para dar
O que ninguém deu pra você.
O amor que chegou para dar
O que ninguém deu pra você.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

Infância



Ontem, remexendo no baú , encontrei essas preciosidades. Amor de irmã.
É , eu já fui ruiva um dia. E usava conga!
Saudade da irmã.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

O que a vida ainda pode nos ensinar se quisermos aprender

Leva tempo, mas acabamos percebendo que:

Não se deve julgar as pessoas pelas roupas que elas usam. Nem mesmo aquelas que não usam.

O provérbio "Diga-me com quem andas que te direi quem és" nem sempre é verdade.

Por mais que a vida seja dura não vamos morrer se esperarmos ela melhorar. E sempre melhora.

Que vale a pena sofrer de amor. Apesar de a cada briga achar que é o fim só termina mesmo quando o amor acaba. E aí não faz mais sentido permanecer junto.

Que família é quadrilha e parente é serpente. E que só vamos entender porquê é tão difícil quando formarmos uma nova família e descobrirmos que não podemos viver sem ela.

Que todo ano novo prometemos parar coisas, começar coisas, ser mais isso ou menos aquilo e que em menos de um mês depois já mandamos tudo às favas pensando que é melhor deixar para mudar no próximo ano novo.

Que Caetano e Chico foram gênios sensacionais mas já passaram do prazo de validade.

Que o homem é a máquina mais perfeita e o animal mais ignorante que já foi criado.

Que da vida nada se leva, nada se cria, tudo se tranforma e que o futuro à Deus pertence.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

Bye, bye, janeiro!

Até que enfim. Acabou-se o mês.
O pior mês do ano, o mais longo, o mais difícil.
E fevereiro só é melhor por ser mais curto.
Gosto mesmo do mês de julho.
Mas até lá, como diria Caetano, It´s a long way...
Vai entender. Gosto não se discute.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

Amor à flor da pele.


Amor à flor da pele. (Fa yeung nin wa). Won Kar-Way. Hong Kong. 2000.
Nesta história de amor não existe beijos apaixonados, tórridas cenas de sexo ou conversas de travesseiro. Todo o amor deste casal é revelado apenas em palavras. As cenas em slow motion sobre o corpo esguio e longelíneo da atriz principal subindo as escadas bastam para revelar toda a sedução e sensualidade que Won Kar-Way deseja expor. A maior parte das cenas se dão em cubículos, quartos apertados, becos estreitos e minúsculos escritórios, onde mesmo quando há apenas uma pessoa já é o suficiente para dar a sensação de saturação. A solidão era embalada ao som cubano de Aquellos ojos verdes, enquanto uma paixão que talvez nunca viesse a existir era construida.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2007

Bon jour tristesse...


Tem dias que minha alma fica que nem pipa, pendurada por um fiozinho ínfimo...
E o pior (ou melhor) é que nem sou eu o empinador.

terça-feira, 23 de janeiro de 2007

Filmes dos últimos dias:


Zuzu Angel. Sérgio Resende. 2006. Mais um filme sobre a ditadura no Brasil. Esse tema nunca morre para o cinema brasileiro. Batidíssimo e razoável.

Anjos do Sol. Rudi Lagemann.2006. Sobre a prostituição infantil no Brasil. Poderia ter sido um filme fantástico, já que o tema é tão promissor, mas fica na média dos filmes brasileiros, ou seja, uma boa história sem um bom contador de histórias.


O professor aloprado (The nutty professor). Jerry Lewis. 1963. Simplesmente fantástico. Jerry Lewis não só atua, como dirige e faz o roteiro. Um clássico do humor com uma trilha sonora imbatível para os amantes de jazz.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

Adeus ano novo

Meu amigo Rogério, linkado aí ao lado, fez uma postagem em seu blog sobre o mal começo que o ano nos trouxe e isso me fez pensar no meu começo de ano. Nada fácil também, pra falar a verdade parece que nada de bom aconteceu ainda.
Primeiro passamos os primeiros dias do ano no hospital com minha mãe, depois do hospital dar-nos um chá de canseira - e um laudo falso - caimos fora. Mando uma carta para o Jornal daqui da cidade denunciando o hospital e eles não publicam a carta. Quer dizer, hoje em dia não se pode confiar em mais nada, mesmo que te digam que é para serviço público da comunidade e dos cidadãos. Não confiem jamais nisto.
Aí veiram as brigas dentro da família. Boa hora para assistir "Parente é serpente", do italiano Mario Monicelli. Grande filme.
Daí as preocupações com dívidas, as contas, os impostos. Claro que nada disso me pertence, sou apenas um membro desocupado na família, mas tudo reflete não é?
E então hoje ainda, na busca por um emprego, algumas horas no ar condicionado me renderam um belo resfriado.
É ou não é um começo de ano e tanto?

segunda-feira, 15 de janeiro de 2007

Vincent by Burton


Meu boyfriend achou essa animação do Tim Burton no youtube. Fantástica. Aliás, como tudo que o Tim Burton fez até hoje. Burton é rei.
Trata-se da história de Vincent, uma criança de 7 anos que lê Edgar Allan Poe e deseja ser na verdade Vincent Price, o legendário ator de filmes de horror.
O vídeo é narrado em inglês britânico rimado, uma delícia de ouvir. Mas também há a versão em espanhol pra quem desejar. E mesmo pra quem não entende nem uma nem outra vale a pena só pelas imagens.

http://www.youtube.com/watch?v=ShADuFQB4p8&mode=related&search=

quarta-feira, 10 de janeiro de 2007

Bowie sexagenário

David Bowie completou 60 anos neste úlitmo 8 de janeiro. Um dos maiores ícones do rock inglês - quiçá mundial. Bowie passou por tudo e todos, encarnou os mais esquisitos personagens, assassinou-os, fez o que quis com a imprensa, com sua imagem, com sua música . Além de músico é ator, pintor, desenhista e constituiu até uma família! Quem diria, Bowie tornou-se uma velha senhora...
Vida longa à Bowie! Afinal ainda quero ver tudo isso de perto.

Alguns momentos na vida de Bowie:

Interpretado por Jonathan Rhys Meyers na sua não-autorizada biografia "Velvet Goldmine".



Interpretando o mestre dos duendes em "Labirinto". Simplesmente um clássico dos anos 80.


Em uma das turnês com o Spiders from mars, na pele do andrógino et Ziggi Stardust.


Atual, perto já de seus 60 anos, ainda nos palcos.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2007

****

Agora sou uma ex-fumante. Quem já passou por isso sabe como é. ****.
Apesar de sempre ter fumado pouco a falta é absurda em alguns momentos. Mas enfim, ano novo, blá, blá, blá...
Agora tem que ser pra valer. Já era.
Isso me lembra alguns filmes que tratam exatamente sobre essa motivação: Cortina de Fumaça, Sem fôlego e Coffe & Cigarettes. Todos esses trazem o tema à tona com boas doses de humor. É, exatamente o que preciso...

sábado, 6 de janeiro de 2007

Keeping Mum


De bico calado. Niall Johnson. 2005. Reino Unido.

As comédias da Grã-Bretanha ou Reino Unido são as minhas prediletas. Não só pelo humor suave e ao mesmo tempo com uma pitada sarcástica e negra mas o que sempre me chama muito a atenção é o cenário. A paisagem deses filmes ingleses, irlandeses, escoceses são fantásticas. A mistura de montanha, mar, rocha e gigantescos gramados verdes pelas colinas é simplesmente extasiante. É meu lugar dos sonhos. Devaneios à parte a comédia é boa. sem ataques histéricos de gragalhadas que o humor norte-americano provoca, os filmes do Reino Unido tem esse humor simpático, um bem-estar proporcionado por uma situação quase trágica. Sempre bem vindo.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2007

Desejando

Férias, festas, ano novo... Essa época não me é muito cara não. Na verdade não gosto dessas pausas longas que as festividades trazem. Gosto da agilidade do dia a dia. Talvez por ser uma desempregada isso me seja tão importante. Talvez não. Mas essa época tudo fica muito lento, as pessoas páram com tudo, ninguém mais faz as atividades normalmente e isso me irrita um pouco. Mas faz parte da vida, não? Então nesse primeiro de janeiro desejo a todos mais agilidade, mais frescor em seus dias, mais energia nos afazeres, muitas novidades. É, digo isso pra mim mesma. É o meu desejo que se estende para todos.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2006



Crime Ferpeito. (Crimen ferpecto). Álex de la Iglesia. 2004. Espanha.

Humor negro espanhol. Precisa dizer algo mais?

segunda-feira, 25 de dezembro de 2006

O espírito nem um pouco natalino


Até poderia ser o "bom velhinho". Mas graças a Deus não é. Meu avô é muito mais que um bom velhinho e seria deminuí-lo demais o colocar num papel desses. Mas a foto ficou bem engraçada, não? Aliás o Natal virou uma palhaçada desde a existência dessa história de Papai Noel. Coisa mais sem sentido, ainda mais no Brasil, onde os coitados têm de ficar com essas roupas horríveis e quentes, desfilando pelas ruas cheias de mormaço do verão, crianças puxando o saco ou esguelando de medo deles(como eu). Coisa mais non sense. Não: coisa mais brega mesmo. Enfim, o Natal está ai por um motivo que poucos comemoram de verdade, o que explica boa parte da pobreza de espírito das pessoas. O espírito natalino baixa apenas nessa época do ano naqueles que são mais vazios, naqueles que não têm Espírito nenhum (ou até têm um espirito de porco). A maioria. Uma pena. Graças a Deus tenho outro Espírito. Thank you Lord!

terça-feira, 19 de dezembro de 2006

Emilie Simon


Emilie Simon.
Francesinha responsável pela maravilhosa trilha sonora do filme "A marcha dos pinguins". Sua voz é um híbrido de mulher e criança, um sussuro com distorções. Conta com 3 álbuns: Emilie Simon, La marche de l´empereur(trilha) e o último Vegetal.
Pra quem interesar o site é tão lúdico quanto as músicas: http://emiliesimon.artistes.universalmusic.fr/

segunda-feira, 18 de dezembro de 2006

filmes, filmes

Filmes do fim de semana: The closet (Le placard). Francis Veber. 2001. França.


Animatrix.Peter Chung, Andy Jones..., 2003.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

O homem urso

O homem urso .(Grizzly Man). Werner Herzog. 2005.

Herzog, um dos maiores ícones do cinema mundial( O enigma de Kasper Hauser) resolveu fazer este documentário sobre Timothy Treadwell, um eco-ativista lunático que resolveu mudar de sociedade e fazer parte da comunidade dos ursos pardos do Alaska, até ser devorado por um deles.
Herzog mescla imagens que o próprio Timothy filmou à depoimentos de pessoas contando suas diferentes versões sobre a tragédia de Timothy.
O que levou Herzog a fazer esse tipo de filme? As belas imagens que Timothy colheu durante 10 anos ao lado dos ursos e talvez até uma pequena tentativa de entender a cabeça do eco-chato. O que levou uma pessoa a largar tudo e morar com os ursos? Isso nem o filme explica. Mas é no mínimo um interessante estudo psicológico de Timothy Treadwell, um ator frustrado que aparentemente e declaradamente preferia a companhia de animais à de humanos. Pour Timothy...

sexta-feira, 8 de dezembro de 2006

poeminha

Nessa 1 semana sem computador senti falta de muita coisa. Principalmente de ler os blogs dos amigos e escrever coisinhas por aqui. Mas hoje, agora - com uma máquina renovada e com um pouco mais de memória - percebi que no fim nem fez tanta falta assim. Aprendi (rápido em 1 semana!) a fazer outras coisa. Claro que o tédio bateu várias vezes à porta. Daí eu corria pra algum livro, jornal, palavras-cruzadas(coisa de velho, eu sei). E pensava : que saudade do meu pc! Mas quer saber? Agora mesmo me sinto entediada. Já li meu e-mail, já comentei nos blogs que amo ler, já passeei pelos jornais virtuais e ainda me sinto entediada! So boring... Claro que tudo isso é a falta que um emprego faz e eu mais do que ninguém sei o peso disso. Mas sabe o que pega de verdade? Um poema inacabado na minha cabeça que começa assim: Teus dedos foram forjados para o carinho...

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

Música pra casar


Quand je marche je marche
Quand je dors je dors
Quand je chante je chante
Je m'abandonne...
Quand je marche, je marche droit
Quand je chante, je chante nue
Et quand j'aime, je n'aime que toi
Quand j'y pense
Je ne dors Plus
Je suis ici
Je suis dedans
Je suis debout
Je ne me moquerais plus de tout
Entends tu (m'as tu dit)
(Le chant du monde) à l'heure de pluie
Quend l'aube se lève je la suis
Et quand la nuit tombe
Je tombe aussi
Je suis ici
Je suis dedans
Je suis debout
Je ne me moquerais plus de tout (...)
Quand j'ai faim
Tout me nourri
Le cri des chiens et puis la pluie
Quand tu pars, je reste ici
Je m'abandonne
Et je t'oublies

Camille

Quem sabe um dia, ao pé do altar...