sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007
terça-feira, 6 de fevereiro de 2007
O que a vida ainda pode nos ensinar se quisermos aprender
Não se deve julgar as pessoas pelas roupas que elas usam. Nem mesmo aquelas que não usam.
O provérbio "Diga-me com quem andas que te direi quem és" nem sempre é verdade.
Por mais que a vida seja dura não vamos morrer se esperarmos ela melhorar. E sempre melhora.
Que vale a pena sofrer de amor. Apesar de a cada briga achar que é o fim só termina mesmo quando o amor acaba. E aí não faz mais sentido permanecer junto.
Que família é quadrilha e parente é serpente. E que só vamos entender porquê é tão difícil quando formarmos uma nova família e descobrirmos que não podemos viver sem ela.
Que todo ano novo prometemos parar coisas, começar coisas, ser mais isso ou menos aquilo e que em menos de um mês depois já mandamos tudo às favas pensando que é melhor deixar para mudar no próximo ano novo.
Que Caetano e Chico foram gênios sensacionais mas já passaram do prazo de validade.
Que o homem é a máquina mais perfeita e o animal mais ignorante que já foi criado.
Que da vida nada se leva, nada se cria, tudo se tranforma e que o futuro à Deus pertence.
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007
Bye, bye, janeiro!
O pior mês do ano, o mais longo, o mais difícil.
E fevereiro só é melhor por ser mais curto.
Gosto mesmo do mês de julho.
Mas até lá, como diria Caetano, It´s a long way...
Vai entender. Gosto não se discute.
segunda-feira, 29 de janeiro de 2007
Amor à flor da pele.
sexta-feira, 26 de janeiro de 2007
Bon jour tristesse...
terça-feira, 23 de janeiro de 2007
sexta-feira, 19 de janeiro de 2007
Adeus ano novo
Primeiro passamos os primeiros dias do ano no hospital com minha mãe, depois do hospital dar-nos um chá de canseira - e um laudo falso - caimos fora. Mando uma carta para o Jornal daqui da cidade denunciando o hospital e eles não publicam a carta. Quer dizer, hoje em dia não se pode confiar em mais nada, mesmo que te digam que é para serviço público da comunidade e dos cidadãos. Não confiem jamais nisto.
Aí veiram as brigas dentro da família. Boa hora para assistir "Parente é serpente", do italiano Mario Monicelli. Grande filme.
Daí as preocupações com dívidas, as contas, os impostos. Claro que nada disso me pertence, sou apenas um membro desocupado na família, mas tudo reflete não é?
E então hoje ainda, na busca por um emprego, algumas horas no ar condicionado me renderam um belo resfriado.
É ou não é um começo de ano e tanto?
segunda-feira, 15 de janeiro de 2007
Vincent by Burton
Meu boyfriend achou essa animação do Tim Burton no youtube. Fantástica. Aliás, como tudo que o Tim Burton fez até hoje. Burton é rei.
Trata-se da história de Vincent, uma criança de 7 anos que lê Edgar Allan Poe e deseja ser na verdade Vincent Price, o legendário ator de filmes de horror.
O vídeo é narrado em inglês britânico rimado, uma delícia de ouvir. Mas também há a versão em espanhol pra quem desejar. E mesmo pra quem não entende nem uma nem outra vale a pena só pelas imagens.
http://www.youtube.com/watch?v=ShADuFQB4p8&mode=related&search=
quarta-feira, 10 de janeiro de 2007
Bowie sexagenário
Vida longa à Bowie! Afinal ainda quero ver tudo isso de perto.
Alguns momentos na vida de Bowie:
Interpretando o mestre dos duendes em "Labirinto". Simplesmente um clássico dos anos 80.
Em uma das turnês com o Spiders from mars, na pele do andrógino et Ziggi Stardust.
segunda-feira, 8 de janeiro de 2007
****
Agora sou uma ex-fumante. Quem já passou por isso sabe como é. ****.Apesar de sempre ter fumado pouco a falta é absurda em alguns momentos. Mas enfim, ano novo, blá, blá, blá...
Agora tem que ser pra valer. Já era.
Isso me lembra alguns filmes que tratam exatamente sobre essa motivação: Cortina de Fumaça, Sem fôlego e Coffe & Cigarettes. Todos esses trazem o tema à tona com boas doses de humor. É, exatamente o que preciso...
sábado, 6 de janeiro de 2007
Keeping Mum
De bico calado. Niall Johnson. 2005. Reino Unido.
As comédias da Grã-Bretanha ou Reino Unido são as minhas prediletas. Não só pelo humor suave e ao mesmo tempo com uma pitada sarcástica e negra mas o que sempre me chama muito a atenção é o cenário. A paisagem deses filmes ingleses, irlandeses, escoceses são fantásticas. A mistura de montanha, mar, rocha e gigantescos gramados verdes pelas colinas é simplesmente extasiante. É meu lugar dos sonhos. Devaneios à parte a comédia é boa. sem ataques histéricos de gragalhadas que o humor norte-americano provoca, os filmes do Reino Unido tem esse humor simpático, um bem-estar proporcionado por uma situação quase trágica. Sempre bem vindo.
segunda-feira, 1 de janeiro de 2007
Desejando
quarta-feira, 27 de dezembro de 2006
segunda-feira, 25 de dezembro de 2006
O espírito nem um pouco natalino

Até poderia ser o "bom velhinho". Mas graças a Deus não é. Meu avô é muito mais que um bom velhinho e seria deminuí-lo demais o colocar num papel desses. Mas a foto ficou bem engraçada, não? Aliás o Natal virou uma palhaçada desde a existência dessa história de Papai Noel. Coisa mais sem sentido, ainda mais no Brasil, onde os coitados têm de ficar com essas roupas horríveis e quentes, desfilando pelas ruas cheias de mormaço do verão, crianças puxando o saco ou esguelando de medo deles(como eu). Coisa mais non sense. Não: coisa mais brega mesmo. Enfim, o Natal está ai por um motivo que poucos comemoram de verdade, o que explica boa parte da pobreza de espírito das pessoas. O espírito natalino baixa apenas nessa época do ano naqueles que são mais vazios, naqueles que não têm Espírito nenhum (ou até têm um espirito de porco). A maioria. Uma pena. Graças a Deus tenho outro Espírito. Thank you Lord!
terça-feira, 19 de dezembro de 2006
Emilie Simon
segunda-feira, 18 de dezembro de 2006
filmes, filmes
segunda-feira, 11 de dezembro de 2006
O homem urso
Herzog, um dos maiores ícones do cinema mundial( O enigma de Kasper Hauser) resolveu fazer este documentário sobre Timothy Treadwell, um eco-ativista lunático que resolveu mudar de sociedade e fazer parte da comunidade dos ursos pardos do Alaska, até ser devorado por um deles.
Herzog mescla imagens que o próprio Timothy filmou à depoimentos de pessoas contando suas diferentes versões sobre a tragédia de Timothy.
O que levou Herzog a fazer esse tipo de filme? As belas imagens que Timothy colheu durante 10 anos ao lado dos ursos e talvez até uma pequena tentativa de entender a cabeça do eco-chato. O que levou uma pessoa a largar tudo e morar com os ursos? Isso nem o filme explica. Mas é no mínimo um interessante estudo psicológico de Timothy Treadwell, um ator frustrado que aparentemente e declaradamente preferia a companhia de animais à de humanos. Pour Timothy...
sexta-feira, 8 de dezembro de 2006
poeminha
quarta-feira, 6 de dezembro de 2006
Música pra casar
Quand je marche je marche
Quand je dors je dors
Quand je chante je chante
Je m'abandonne...
Quand je marche, je marche droit
Quand je chante, je chante nue
Et quand j'aime, je n'aime que toi
Quand j'y pense
Je ne dors Plus
Je suis ici
Je suis dedans
Je suis debout
Je ne me moquerais plus de tout
Entends tu (m'as tu dit)
(Le chant du monde) à l'heure de pluie
Quend l'aube se lève je la suis
Et quand la nuit tombe
Je tombe aussi
Je suis ici
Je suis dedans
Je suis debout
Je ne me moquerais plus de tout (...)
Quand j'ai faim
Tout me nourri
Le cri des chiens et puis la pluie
Quand tu pars, je reste ici
Je m'abandonne
Et je t'oublies
Camille
Quem sabe um dia, ao pé do altar...
sábado, 2 de dezembro de 2006
Stapafurdyo
quinta-feira, 30 de novembro de 2006
$$$$
É isso que vou ter que ter pra trazer meu computador de volta.
Ele derreteu.
segunda-feira, 27 de novembro de 2006
A fonte da vida

The Fountain. Darren Aronofsky. 2006.
Ainda não sei se gostei ou odiei esse filme. O diretor já me agradou certa vez com "Réquiem para um sonho" e por isso decedi ver esse filme. Mas a mistura de idéias e pensamentos filosófico-religiosos é tão grande que em vários momentos você fica sem a menor idéia do que está acontecendo. Resumindo: são três histórias que se intercalam em torno do mesmo problema: a morte. A primeira se passa nos dias atuais, a segunda no século XV e a terceira no século 26 (que não fosse a sinopse jamais imaginaria).
Em algumas partes o que salva é a beleza das imagens como essa aqui mostrada, beleza e iluminação (ainda que computadorizada) surpreendente. A atuação doe Hugh Jackman impressiona muito mais do que quando interpretava Wolwerine.
Concluindo: um filme com grande pretensão mas que não foi atingida. É isso que se consegue ao misturar elementos da mitologia maia, budismo, Jardim do Éden e a Arvore da Vida. Mas para quem deseja uma história fantástica e pouco realista, prepare a pipoca.
quinta-feira, 23 de novembro de 2006
Voltar
Beatles salvation
terça-feira, 21 de novembro de 2006
MMW
segunda-feira, 20 de novembro de 2006
Sympathy for mr. Vengeance
Sympathy for Mr. Vengeance. Park Chan-Wook. 2002. Coréia do Sul.
Tortura? Os mestres agora são os coreanos. Que chineses que nada.
Nesse filme o diretor coreano Park Chan-wook - mesmo diretor de Oldboy, 2003 - não rotula nada e niguém. Todos sem excessão são bons e maus, fazem o pior possível com as melhores das intenções. E a tortura é apenas um dos meios de se vingar ou chegar-se onde quer, não sem um pequeno grau de culpa.
Vengeance traduzido do inglês é literalmente vingar-se excessivamente. No filme isso é o que move os personagnes e o que não falta de forma alguma.
Para estômagos e cabeças fortes.
domingo, 19 de novembro de 2006
Falling stars
music: Lover, you shold have come over - jeff buckley (repetição, mas vale a pena ouvir again, and again, and again)
Grilos
Não gosto do verão por ser quente demais
chover de menos, ventar de menos
suar demais, bichos voadores demais ao meu redor ao redor de minha cama
apetite de menos, tolerância com isso tudo de menos.
Resumindo: mau humor demais!
E agora, justamente quando eu pensava sobre isso tudo uma outra fobia trazida pelo calor literalmente pulou sobre mim: grilo. Não destes que ficam martelando dentro de nossas cabeças, mas daqueles verdes, barulhentos e nojentos mesmo.
E minha fobia é tamanha que aqui vai uma foto do bicho. Assustador, não? Agora toda vez que abrir o blog vou ter que me deparar com meu asco. Pelo menos será uma tentativa de superação, não? Veremos.
Será que Freud explica?
segunda-feira, 13 de novembro de 2006
domingo, 12 de novembro de 2006
quarta-feira, 8 de novembro de 2006
terça-feira, 7 de novembro de 2006
Idas e vindas
quarta-feira, 1 de novembro de 2006
segunda-feira, 30 de outubro de 2006
O que eu aprendi com os eucaliptos
sábado, 28 de outubro de 2006
Little Miss Sunshine

Pequena Miss Sunshine. (Little Miss Sunshine). Jonathan Dayton, Valerie Faris. USA, 2006.
sexta-feira, 27 de outubro de 2006
Cafundó

Ontem fui à pré-estréia do filme Cafundó, de Paulo Betti no espaço dos cinemas do Alameda. Como nunca havia ido antes a uma pré-estréia não sabia exatamente o que esperar , mas com certeza não esperava ser como foi. Paulo Betti estava presente com um outro ator do filme e como o filme trata da vida de João de Camargo , o famoso Preto Velho do Candomblé brasileiro então nada mais apropriado que a presença de mães e pais de santo no ambiente. Fora isso uma banda tocava pontos do Candomblé e antes dela uma pequena banda da Folia de Reis também se apresentou. Um verdadeiro espetáculo de cultura popular, ou coisa do gênero.
Terminados os shows entramos para assitir ao filme. Paulo Betti muito simpático acendeu uma vela , colocou-a no centro da sala e explanou: "porquê aqui no Brasil só assim para se fazer cinema". E ás vezes deve ser mesmo.
O filme começa no final do século XXI, findada a escravidão o então escravo João de Camargo tenta inserir-se na nova República brasileira. A partir daí o filme vai acompanhando o desenvolvimento espiritual de Camargo que acaba por ter um encontro fantástico com um padre morto e algumas entidades do candomblé e a partir disso decide construir a "Igreja da água vermelha", voltado para os negros e necessitados.
Sinceramente o filme não é lá grande coisa, não só porquê a temática não me agrada, mas porquê carece de muita coisa, uma fotografia razoável, roteiro pouco elaborado mas o que salva mesmo é (sempre) a interpretação de lázaro Ramos no paple de João de Camargo.
Mas o que fechou mesmo com chave de ouro foi que , ao final da exibição, a Banda Marcial de Bauru entra na sala de cinema e toca exatamante as músicas do filme. Fantástico!
Por isso digo, não só uma pré-estréia mas uma pré-estréia em grande estilo!
quarta-feira, 25 de outubro de 2006
???!!!!
terça-feira, 24 de outubro de 2006
Derico e sindicato do Jazz
Ante s de ir pra Londrina fui ver a apresentação do Derico no Alameda Quality Center junto à melhor (e única) banda de jazz de Bauru, o Sindicato do Jazz. Tive praticamente uma overdose de jazz já que assisti às 3 apresentações da banda. O melhor é que cada uma foi diferente da outra, cada qual em um ambiente e ainda assim todas boas. O que é bom é bom sempre. E o melhor: tudo gratuito. Show.























